O que é o Consciência Social?

É um blogue que convida todos à aberta discussão de temas relevantes para o desenvolvimento pessoal e de maior consciência social. Encontre temas ligados ao ambiente, práticas ecológicas, soluções de sustentabilidade, espiritualidade, iniciativas sociais e muitas novas ideias! Comenta! Partilha!

terça-feira, fevereiro 17, 2009

Amor


De repente... a paixão. Uma emoção avassaladora que tolda o raciocínio e nos faz perder o rumo de nossas metas, somente pela vontade de estar com a pessoa durante as 24 horas do dia, desfrutando do seu prazer e da sua companhia. A certeza de que seremos "felizes para sempre". Mas... será isto amor?

O amor real não existe quando duas pessoas estão toldadas pela paixão.
o amor existe apenas entre duas fortes pessoas que estão seguras de sua individualidade. Uma pessoa superficial somente terá relações superficiais. Caso procures um verdadeiro amor tens que desenvolver uma forte auto-estima.
O amor ideal é somente criado entre duas pessoas sinceras, maduras e independentes.

sábado, janeiro 24, 2009

Este foi provavelmente o melhor vídeo que já vi !!

Fiquei 16 minutos a sorrir sempre!!
A história é bela!!!!


domingo, janeiro 18, 2009

Global warming is NOT occuring

Temperaturas recorde em muitos locais.
Em 2008 foram os primeiros nevões pela primeira vez em séculos em Bagdad no Iraque, no Irão (Teerão) e na Árabia Saudita (à volta de Ríade)

Há umas semanas atrás em 11 Dezembro nevou em Nova Orleães.
Que fica precisamente na praia junto ao Golfo do México.
Note-se que esta cidade costuma ter temperaturas na ordem dos 20º e pode chegar a ter 30º à tarde em pleno Inverno.
Quase só falta nevar em Cuba!

No ano passado foram também os nevões raros e imensos na China.
Em Portugal vimos neve em Lisboa, Figueira da Foz e Algarve em 2006 e agora no Porto e Braga em 2009. E já caíram cinco nevões este inverno e mais vem a caminho!
Para não falar da Europa, onde temperaturas chegaram aos 30 negativos.

Neve raríssima caíu também em Israel em 2006 e em 2008. Onde caíram nevões também na Síria e na Jordânia. Países habituados ao clima muito quente. 
E foi em 2005 foi neve na Argélia, na capital em Algiers, mesmo junto ao Mar Mediterrâneo, e na Tunísia.
Em Setembro caíu granizo que fez lembrar neve no Quénia
Em 2005 foi neve em Capetown na África do Sul.

Neve em 2007 em Buenos Aires (junto ao mar e com clima subtropical) desde há mais 80 anos.
http://www.guardian.co.uk/world/2007/jul/10/argentina.weather Nevou igualmente em Santiago do Chile e em La Paz, Bolívia, igualmente raro.

Em 2006 foi também temperaturas negativas em Nova Delhi, mas sem neve.

Tempestades de gelo e neve fazem fotografias espectaculares na América.

Vejam estas fotos fantásticas do Rio Douro que congelou em Espanha! Incrível não é?
Há sítios lá com tamanha acumulação de 3-4 metros e que registaram -31ºC (o recorda da nossa península). Junto ao Rio, chegou aos -20ºC, o suficiente para o congelar.

E vejam ainda estas fotos ainda mais fantásticas do gelo e neve no leste da Europa!



Parece que já só falta é mesmo nevar no Egypto, no Cairo, Índia, em Nova Delhi, no Brasil em São Paulo ou Rio Janeiro, ou em Cuba, em Havana. 

E por último, uma foto do Danúbio congelado aqui em Viena.

quinta-feira, janeiro 15, 2009

9 interesting questions

  • What is the source of my consciousness which enables me to think in the first place? I think it is that place we call "soul" or a "spirit". I feel a energy inside me, a definitive lively field that extends outward and in some cases, I even manage to perceive myself as a continuum to the outside world, or in other words, myself and the world are but one thing, and definitively bigger than the sense of a "self".
  • Am I mainly a body, or am I essentially the dweller within my body? I deeply sense myself as a dweller within this physical body which is enlived by the "dweller" energy.
  • Why are some people brighter than others? More successful? More artistic? Because they are probably in touch with their inner energy if creativity, which springs from this fantastic inside.
  • How is lasting satisfaction attained? I think satisfaction, happiness, joy, bliss, inner peace, is realization of our connection between our mind and our "inside" and also between these and our body, therefore creating an opportunity to manifest and create that inner bliss in the outside world, in other words, in our lives.
  • Where does love come from? That is a very interesting question. I think now that love is everywhere since we seemingly find it in plenty of places, and also ultimately when we find it in another (person, thing) we are also finding it inside ourselves, and in hope, of a joyful connection between both, our "self" and the "others"
  • Where does matter come from? The world? The oceans? The sun? Stars? Galaxies? Light? I don't think that Science answers everything, it only speaks from purely physical perspective. What about beauty, joy, connection, creativity? That for me is mostly prompt answered by our hearts and not minds. When I look at nature, the oceans, stars, clouds, the sun, the animals, I see the origin in a distant yet everlasting point which now occurs everywhere. It is difficult to describe in words that make sense.
  • What is the difference between a live person and a dead one? The live is embedded by the "dweller" energy inside, the font for creativity, life energy, love.
  • What happens at so-called death? That energy either parts elsewhere to the original continuum or remains separated from the body as a non-physical entity and body (what we would call a "spirit". I do not know the answer but either way the energy changes and ultimately seems to return to the one and united origin. That spectacular source.
  • What is life? Life is that source. Physical life is that source manifested in a physical way, the realm we currently experience and most easily perceive. Life is Love, Unity, Peace, Fluid Manifestation, Changeable experience, Potential Bliss.

terça-feira, janeiro 06, 2009

Viva ao Desemprego... criativo :-)

Agora que vários de nós começam a ficar desempregados aqui vai um texto para inspirar todos (desempregados e empregados, estudantes ou 'desestudantes')

O Professor Agostinho da Silva foi um defensor do direito à preguiça. O saudoso filósofo acreditava numa sociedade sem economia, na qual as pessoas pudessem expressar livremente os seus talentos em vez de serem apanhadas numa estrutura organizada que acaba sempre por ser repressiva: «Que o homem possa passar à sua verdadeira vida, que é a de contemplar o mundo, ser poeta do mundo e o mundo poeta para ele, de tal modo que nunca mais ninguém se preocupe por fazer tal ou tal obra». Mais uma vez: «Que o homem possa passar à sua verdadeira vida, que é a de contemplar o mundo». Estas ideias podem parecer um pouco estranhas, sobretudo hoje, que tanto se fala na necessidade dos portugueses serem mais produtivos. Porém, elas estão mais pertinentes do que nunca e demonstram que a filosofia de Agostinho da Silva continua lúcida e actual.

O Professor Agostinho não está só, pois as suas ideias sobre o ócio surgem a jusante de uma longa tradição de filósofos da preguiça. Platão, Marivaux, Rousseau, Cícero, Xenofonte, Aristóteles, Lao-tseu foram enérgicos defensores das virtudes da malandrice.

Mas o maior teórico da preguiça continua a ser o francês Paul Lafargue, discípulo e genro de Marx, que denuncia «o amor ao trabalho» como «uma estranha loucura» responsável por «misérias individuais e sociais que, há dois séculos, atormentam a triste humanidade».

Todos estes pensadores concordam que nem toda a inactividade é verdadeiro ócio. Só é defensável a preguiça que se traduza em inacção criativa, uma ideia que o Professor Agostinho também afirmou expressamente: «O tempo livre, quando não se enche com coisa nenhuma, torna-se absolutamente insuportável, destruindo o indivíduo por completo. É a razão por que morre tanto reformado já que, deixando de ter o seu emprego, se não encontrar novos objectivos na vida, a morte seguir-se-á rapidamente».

A ligação da preguiça ao pensamento criativo faz dela uma questão política e muito problemática. A industrialização engenhocou toda uma nova cultura do tempo, que repartiu o quotidiano em três partes desiguais: o trabalho, o sono e, residualmente, o lazer. O movimento sindical tem encetado uma luta de décadas no sentido da igualização destes três tempos, mas o trabalho permaneceu no imaginário colectivo como o grande objectivo da existência humana. Daí o cariz subversivo da preguiça: se os novos princípios do progresso transformam os homens em escravos da profissão e maníacos do lucro, então a preguiça converte-se em verdadeiro princípio revolucionário. E a luta dos ociosos começa lentamente a ganhar um carácter organizado e transnacional, graças à constituição de autênticos sindicatos da preguiça nos mais diversos países: Bélgica, Alemanha, Estados Unidos e até o diligente Japão. Em França, organizações como os Chômeurs heureux ou o Parti Oisif preconizam a «erradicação do trabalho para suprimir o desemprego». Travesseiros ao alto!

Para mim que sou um preguiçoso criativo isto é mesmo uma lufada de ar fresco.
E em plena "crise mundial" (só se for de orientação e identidade ) isto constitui um óptimo convite para fazermos tudo aquilo que nos faz sentir bem.
Perdoem o meu desatino!

Uma conversa com Agostinho da Silva

Excertos de http://observador.weblog.com.pt/arquivo/167568.html

Agostinho da Silva – A primeira ambição que os portugueses do século XIII trouxeram ao mundo foi a de um futuro em que se seja livre de ser o que se é.
A segunda foi a de haver a tal vida livre de pagar, vida gratuita, de que a economia se aproxima: Hoje há muito desempregados, podem viver à vontade.
A terceira: Não haver cadeias, parece que eles achavam que se as crianças não fossem deformadas e se houvesse vida gratuita, a respeito de crimes estamos conversados: Não havia crimes. Eles não achavam, que houvesse outra origem para o crime, senão as deformações apanhadas pelos jovens, e por outro lado a pressão que a economia exerce sobre as pessoas, os pesadelos que dá a cada um.

André Amaral – Então não devia haver economia e todas essas organizações?

AS – Vou-lhe dizer assim: Acabava de haver pedagogia e a economia, hã? Não havia mais essa história, e a criminologia, como consequência, não é assim?

AA – Um bocadinho difícil, agora...

AS – Meus caros amigos, eu estou-vos a dizer o que os portugueses do século XIII queriam...E pergunto agora: Há gente contra que a criança, possa crescer livremente, num mundo também livre dessa questão da economia? Eu acho que fundamentalmente não há. E por isso, até já estão surgindo reformas pedagógicas, e todas as reformas pedagógicas são feitas para dar liberdade à criança, não é?... O que não quer dizer que na realidade isso venha a existir, por exemplo, o ministro da educação fez agora as escolas culturais, e o que está a acontecer? As escolas culturais estão desaparecendo, porque a máquina burocrática do ministério da educação aproveita todas as possibilidades de dar cabo disso. Para mim a burocracia não dá para aquilo e aquilo não dá para a burocracia...bem...mas estão-se, agora fazendo escolas com mais liberdade, no meu tempo só se desenhava o que a professora desenhava primeiro no quadro para toda a classe...E agora já há muita liberdade para um sujeito desenhar o que quer, escrever o que lhe apetece. Bom segunda coisa, já a economia está muito mais perto da vida gratuita do que eles tinham. Os coitados (os homens do sec. XIII) não produziam o suficiente, portanto, como se faz hoje: Se se quiser mandar para o Sudão ou para Moçambique, que têm fome, toneladas e toneladas de comida, manda-se. Portanto já estamos mais perto de uma economia que chegue para todos, não é? De facto a diferença que há entre o sec XIII e o sec XX é enorme, e como a máquina, o maquinismo, o sistema que deu esse processo, se está acelerando, é possível que no 3º milénio, ou no quarto milénio, um milénio a mais ou a menos, não faz diferença, se possa ter atingido essa economia que chegue para todos...

(...)

AA – Já agora que estamos a comemorar os descobrimentos portugueses, como é que acha que seria a melhor maneia de o fazer?
AS – É propondo os descobrimentos do futuro.
AA – E que descobrimentos são esses?
AS – São muitos. É descobrir a tal coisa: Como é que a gente pode ter as crianças sem serem deformadas, como é que podemos dar de comer a toda a gente sem eu ter de pagar, acabar com as cadeias: Isso é que são os descobrimentos do futuro.
AA – As pessoas agora, a juventude por exemplo, para conseguirem um bom futuro durante a sua vida, uma vida estável e financeiramente razoável, têm de se sujeitar a certas organizações, começar a estudar...
AS – Não, nada disso. Por exemplo, vocês já têm os desempregados. A grande levedura que apareceu no mundo, foi o desemprego; Sabe, enquanto não apareceu a levedura não havia bom pão, e um dia o padeiro esqueceu-se do pão da véspera, deixou secar a massa e, como não estava ali nenhum freguês disse: “Vou intrujar o freguês, vou aproveitar esta massa de qualquer jeito.” Misturou-a com a massa do dia e fez ali um pão que foi um êxito. E como é que veio o desemprego ao mundo? Da mesma forma: Um homem, a certa altura, no sec XIII, instalou uma firma de costura com dez costureiras. Esse homem não morreu, continuou no sec XIV e, vem o vizinho dizer-lhe: “O senhor não quer ver uma coisa que lá tenho e que consegui fazer? É uma maquinazinha que cose.” O homem foi lá e viu e “quanto é que você quer pela maquinazinha?” O outro diz-lhe. Fez as contas todas e disse “Dá-me para comprar a maquinhinha , despedir três costureiras e daqui a um ano paguei a maquininha e estou ganhando dinheiro, não pagando as costureiras.” Fez isso.Depois, no sec XV, veio outro vizinho e disse “Olhe que eu descobri uma maquina melhor que a que você têm, sabe?” Até que de repente, ele chegou a uma altura em que pôs um software, um programa de computador e continuou a fazer aquela roupa toda. Ele está contente? Não está! Porque tem de pagar subsidio para o desemprego de todas as costureiras que dispensou durante 5 séculos. Aí um dia já se sabe, ele andou a juntar dinheiro, para agora ter de o gastar todo. E agora qual será o futuro, devido à divida que há no mundo, de toda a gente a qualquer outro, inclusive a América, cujo o deficit orçamental é enorme, portanto vive de dinheiro emprestado. Há qualquer coisa que não vai aguentar: Ninguém vai pagar milhões e tal de dólares a ninguém no mundo. Rebenta! E vai-se passar por um período muito interessante, em que um tipo que vai comprar um livro, tem de levar bifinhos, para trocar com o homem da livraria, porque a respeito de dinheiro...

Obrigado André

sexta-feira, dezembro 19, 2008

Permacultura


Vídeo via Bioterra

O termo Permacultura teve origem na fusão das palavras Permanent Agriculture, e o movimento baseia-se nos trabalhos dos australianos Mollison e Holmgren. O conceito pretende abranger não só a agricultura como todas as formas de interacção entre o homem e a natureza que o sustentam. Baseia-se no princípio que um sistema se deve sustentar a si próprio sem degradar os recursos que o suportam, utilizando para isso as suas capacidades de renovação. O design da permacultura baseia-se por isso na observação dos sistemas naturais, e na forma como atingem o equilíbrio dinâmico.

Numa altura em que as várias crises dos actuais modelos de sociedade se tornam cada vez mais evidentes e preocupantes, talvez fosse interessante uma reflexão pela óptica permacultural.

Continuamos a ouvir falar no consumo de petróleo e outras matérias primas não renováveis como indicadores de sanidade económica.

Continuamos a basear o conceito de desenvolvimento no crescimento económico, e este no insustentável crescimento do consumo.

São feitos enormes esforços financeiros para sustentar empresas e grupos que contribuem apenas para a estabilidade a curto prazo, mas continuam a promover actividades sem nenhuma sustentabilidade ecológica, económica ou social a longo prazo.

Os tempos de crise são também grandes oportunidades de mudança. As dificuldades aguçam o engenho, a criatividade, abrem novos horizontes. Conseguiremos fazê-lo?

sexta-feira, dezembro 05, 2008


Um fim de semana aberto à conversa e à acção.

No fim de semana de 6,7 e 8 de Dezembro vai ter lugar na CasaViva um
encontro focado na Acção Directa. Queremos discutir a Acção Directa, propor, participar e intervir! A Oficina Activa permitirá a partilha de informação sobre diferentes métodos, tácticas, processos de decisão, questões e respostas legais relacionadas com Acção Directa, assim como o contacto com o trabalho desenvolvido por diversos colectivos.

Curios@? Esperamos-te para o pequeno-almoço!
www.oficinaactiva.weebly.com

Sexta-feira, 5 de Dezembro
- 22h Cinema comunitário: especial Oficina Activa. (http://casa-viva.blogspot.com/2008/11/cinema-comunitrio-de-mos-dadas-com.html)

Sábado , 6 de Dezembro

- 10h pequeno-almoço
- 11h/13h Oficina de Activismo

- 13h/15h almoço, filmes, bancas

- 15h/17h Oficina de Técnicas de Protesto
- 17h/18h intervalo

- 18h/21h concertos

- 21h/22h jantar
- 22h/24h Oficina de Conceitos Legais

Domingo, 7 de Dezembro
- 10h pequeno-almoço

- 11h/13h Oficina de Samba I

- 13h/15h almoço, filmes, bancas
- 15h/17h Oficina de Primeiros Socorros

- 17h/19h Oficina de Técnicas de Campanha
- 19h/21h concertos
- 21h/22h jantar

- 22h/24h Oficina de Media Alternativos

Segunda-feira, 8 de Dezembro
- 11h pequeno-almoço
- 12h/14h Oficina de Novas Formas de Protesto
- 14h/15h almoço, filmes, bancas
- 15h/17h Oficina de Samba II


Contactos:
Oficinaactiva@gmail.com
www.oficinaactiva.weebly.com

Samba na Oficina Activa | Dom7 11h | Seg8 15h



Ritmos de Resistência na Oficina Activa



O convite foi lançado e os Ritmos de Resistência de Lisboa corresponderam com um workshop de dois dias para tod@s aquel@s que quiserem formar uma banda de samba para alegrar e expandir as possibilidades de protesto. Afinal de contas, a música também é uma forma de luta.
Aparece no domingo, às 11h, para começar o dia em força.

www.oficinaactiva.weebly.com
oficinaactiva@gmail.com

quarta-feira, novembro 19, 2008

Algo que senti hoje... acerca do mundo e de todos nós

Bem cá dentro sinto sao imensos os mundos e as emocoes que se agitam e dancam.
Nao sei se serao as minhas, ou mais provavelmente algo que o meu corpo/alma capta do ar.
Eu creio que provavelmente isto que sinto nao é mais que o inconsciente colectivo.
E nele, vejo imensa coisa a morrer e a renascer: os poderosos, brutais, precisos e inexoráveis ciclos da vida.



Vejo uma crise nunca vista a nascer no ventre da humanidade, a sua derradeira fase de adolescencia. Vejo uma segunda grande depressao estilo anos 30, o nosso querido karma que surge novamente para surtir que as mágoas e torpores de cada um de nós, se reinventem em alguma mudanca mais util, mais humana, mais evoluída. Porque é de evolucao de que tudo isto se trata. Vejo muitas mágoas e sonos acordados subitamente. Nada de leve como acontece neste novembro de 2008, mas mais um violento despertar que após um duro parto nos irá trazer uma melhor humanidade, talvez aos nossos filhos.

Eu pergunto-me, nao será insustentável o turpor e a agonia do dia-a-dia dos portugueses , a extincao de milhoes de espécies do planeta, a poluicao dos mares e atmosfera, o mexer com o clima, com a genética das plantas e a comida geneticamente modificada, as toneladas de fumo e petroleo gastos, a fome, a má distribuicao de comida e de bens, o extremismo religioso, as armas nucleares, as quimeras humanas, os bailouts, ovnis, energias e tecnologias, desempregos, futebol, filmes de graca na internet, pedofilia, traicoes amorosas, os milhares de drogados, enfim. Tudo isso creio terá o seu fim. Pois tudo tem o seu fim. Só nao tem fim o infinito. O universo. A consciencia original. O arquitecto do amor maior. A semente renasce agora. Eu conto os anos. 2009, 2010, 2011, 2012, 2013.. E vejo neles um extraordinário periodo. Nao quero julgar nada como negativo ou positivo. Já o fiz e creio que é uma fonte de sofrimento. Nem quero desejo escrever em prosa ou poesia os cenários daquilo que vejo e sinto a brotar do céu para a terra. Revolucao radical, um pouco como um longo parto de cesariana.

Mas sei que existe dentro de cada coracao humano uma esperanca, um laco que se desaperta, um desejo profundo de serem abracados, nutridos e cuidados. Nao faz sentido guardarem mais os segredos, governos. Nao faz sentido continuarem a dormir, povos. Nao faz sentido, nao vermos mais um sentido e adormercermos em frente à televisao. Nao faz sentido a crise economica, porque o dinheiro nunca existiu e o que existiu foi sempre falta de sabedoria. Nao faz sentido poluir mais e interferir com a natureza. Nao faz sentido os humanos perderem-se no racionalismo e esquecerem-se que sao humanos, que poderiam ter vivido mais amor, mais arte, mais beleza e musica, e mais paz. Nao falta sentido mais conflitos, ameacas, falsos conselhos, oposicao, guerras e destruicao. Nao vale a pena vivermos pela carreira, pelo dinheiro, ou pela estabilidade e falsa seguranca. Quando esquecemos os nossos sonhos, a nossa alma interior, a crianca interior. Mas faz sentido pensarmos nisto e fazermos nascer a nossa nova vida. Que hoje mesmo pode ser o ponto de virar e mudar. Mesmo que a torre de babel tenha que ruir, a arca ser construída, escutarmos o ideal do profeta, e voltarmos ao paraíso perdido (natureza, amor e fraternidade). Após esta longa noite escura. Limito-me agora a ver a criacao desenrolar e procuro visualizar, na majestosa magia do universo, na abundância prolífera de amor e bondade, o meu e o nosso futuro. E nao tenham duvidas. Pois a fé nao é nada mais que sabedoria interna, nao é nenhum crédulo cego e sem bases, nem sentimento e sem cabeca.

Nao sei se ninguém me lerá e escutará estas imagens dentro de si. Se sim, lanco o voto para partilharem o seu mundo igualmente. Pois é para isso que cá estamos todos, como humanos. E sim, para ti, que les nestas entrelinhas o toque doutra alma, sorri, pois nao estás sozinho, nao estás perdido. Sorri pois existimos, e tudo pode ser belo, pois esse já é o estado natural das coisas.

A Liberdade, A Liberdade, A Liberdade, O orgasmo da Liberdade....

quinta-feira, novembro 06, 2008

A vitória da inspiração, da coragem, da boa intenção

Fico muito contente com a vitória do Barack Obama.
Num momento em que o mundo abraçava-se com díficeis desafios, este é um momento brilhante e luminoso.
Tenho confiança que muito líder poderá fazer muito pela paz, pela união, por inspirar as pessoas, povos e nações, pelo ambiente e pela segurança e prosperidade.
Bem haja...

E que este momento inspire que algo semelhante aconteça na Europa e no resto do Mundo!

segunda-feira, outubro 27, 2008

FELICIDADE

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas não me esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo e posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e tornar-se um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.

Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem paraouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.


Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

FERNANDO PESSOA

sábado, outubro 11, 2008

Serviço de Voluntariado Europeu (SVE)


O Serviço Voluntário Europeu é uma acção integrante do Programa Comunitário JUVENTUDE em Acção. O programa JUVENTUDE dirige-se a jovens entre os 15 e os 30 anos e visa proporcionar actividades de mobilidade e participação.

Activa-te, criando um espaço europeu de cooperação!


COMO JOVEM VOLUNTÁRIO TENS DIREITO A:

Viagem internacional de ida e volta (reembolsada a 100%)
Alojamento
Alimentação
Transporte local
Dinheiro de bolso (mesada)
Curso de línguas
Seguro com cobertura total


e muito mais!




Para escolheres o projecto que mais te agrada vai a

http://ec.europa.eu/youth/evs/aod/hei_en.cfm

ou contacta-nos.


O GAIA pode ser a tua organização de envio.

Para conheceres melhor o GAIA ou participar nas nossas actividades, visita o nosso portal em


ou envia-nos um email para
porto@gaia.org.pt

quarta-feira, outubro 08, 2008

Memórias pela paz, liberdade, comunidade e natureza

Hoje estava a lembrar-me de muitas das pessoas, ao longo da história, que dedicaram as suas vidas a um viver de bondade e amistosidade, em servico ao próximo.
Pessoas como o Gandhi, a Madre Teresa, o Jesus, e muitos outros como Abraham Lincoln, Martin Luther King, o Buda, o actual Dalai Lama, etc, cada um com o seu dom ou importancia para a história. E existem ainda muitas outras almas deste género, nas áreas da arte, ciencia, activismo, caridade, literatura... Lembro-me por exemplo da música imagine do John Lennon, de inúmeros músicos defensores de causas como o Sting, Bob Dylan, Bob Marley, de cientistas como o Leonardo da Vinci, ou o Einstein, pensadores como o Agostinho da Silva, o Thoreau, ou o Rudolf Steiner, de incontáveis activistas como o Nelson Mandela ou o Che Guevara, de escritores pela paz, natureza, direitos humanos e uniao dos povos como o Kalhil Gilbran, a Ursula K Le Guin, ou Leo Tolstoy
Tenho pena de com os meus parcos 27 anos me falhar ainda conhecer muita desta gente. E claro que alguns casos sao polémicos, mas nao os deixo de mencionar porque de alguma maneira acreditaram num bom ideal de liberdade, comunidade ou fraternidade. Vivemos num mundo complexo e vários destes foram assassinados, presos, crucificados, fugiram em exílio ou lutaram.

Se tiverem tempo e paciencia, acrescentem sugestoes nos comentários.

Creio que este género de ser nos inspira para que possámos saber como é possível criar uma vida mais comunal e humana, de entreajuda. Como é possível criar uma sociedade assim, cheia de amor, ajuda e suporte, transparencia e um toque humano. Está na natureza do ser.
Quer seja no trabalho, na família, na educacao, em qualquer coisa aliás.

Deixo aqui estas memórias vivas, como inspiracao.

terça-feira, outubro 07, 2008

PARAR. PARA PORTUGAL AVANÇAR.

9 Outubro | 12h | Estação de metro da Trindade


Em véspera de votação, na Assembleia da República, do projecto de lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o Porto vai parar para dizer que Portugal tem de avançar e deixar de consagrar, no código civil, a discriminação em função da orientação sexual.



Dia 9 de Outubro, quinta-feira, todas/os à estação de metro da Trindade, às 12h!

Traz uma folha com a frase "ACESSO AO CASAMENTO CIVIL".



Chega um pouco mais cedo e age naturalmente, como se fosses um/a mero/a utente à espera do metro. O objectivo é que estejamos todos/as dispersos/as e não em multidão.



Quando forem exactamente 12h, segura a tua folha. És uma estátua. Não fales nem te mexas. O importante é a tua mensagem.



Passados 2 minutos em que estás completamente estático/a, guarda a tua folha e retoma o teu percurso.



TU SEGUES. A MENSAGEM FICA. PORTUGAL AVANÇA.

Tens dúvidas? Consulta este vídeo. A única diferença é que terás, na mão, a folha onde está escrito "Acesso ao casamento civil".


Por um país mais decente que não discrimine parte da sua população, PARAR. PARA PORTUGAL AVANÇAR!

Aparece. Divulga!

quinta-feira, setembro 25, 2008

quarta-feira, setembro 24, 2008

As 3 Leis do Universo

Volto a escrever alguma coisa sobre espiritualidade/metafísica aqui no blogue.

Como gosto bastante de física quantica, de filosofia e de metafísica, gosto portanto de fazer a ligacao entre as tres áreas.
Há cerca de dois anos, publiquei um post sobre 21 leis metafísicas do universo.
Agora vou resumir o que sei, a cerca de 3 leis, tres postulados que vejo que existem e se manifestam no nosso dia-a-dia. Pelo menos, através do meu ponto de vista, e do ponto de vista de muitas outras pessoas que se dedicaram a reflectir sobre isto.

http://consciencia-social.blogspot.com/2006/11/as-21-leis-do-universo.html

1) tudo está interligado e tudo pode afectar tudo (somos todos parte da mesma coisa original, divina, natural, ou como se queira chamar), por exemplo, quer a física quantica, quer o budismo afirmam e explicam de diferentes maneiras este facto

2) uma accao (ou causa) tem a sua consequencia (ou efeito)
assim ocorre com a vulgar lei accao-reaccao ou causa-efeito/consequencia
(a lei da atraccao e a da manifestacao tem a ver com estas duas leis: eu crio a realidade através dos meus próprios pensamentos e intencoes;)
(e desta - a lei da atraccao - pode solucionar-se a questao do destino versus livre arbitrio: maior consciencia nas accoes, mais poder pessoal de criaccao; tanto mais facil quanto mais baseado em elevadas vibracoes)
o destino só ocorre para aquilo sobre o qual nao temos poder pessoal ou colectivo, ou quando certas accoes poderosamente desencadeiam consequencias, mesmo que estas transcendam o período das nossas vidas e passem de vida em vida, geracao em geracao, civilizacao em civilizacao.
(a dita lei do karma, segundo os budistas, se conseguirmos percepcionar que a consciencia continua com existencia para lá do corpo físico)
naturalmente o meu conselho vai para vivermos uma vida cheia de ética, bons pensamentos e emocoes, e semear o amor, criatividade e liberdade em tudo o quanto fazemos, se possível com sabedoria

3) existem padroes e inteligencia no modo como as coisas se estruturam no universo (poder-lhe chamar fractais, padroes, ciclos) ("as above so below")
diria que é a criatividade universal que desenha esses padroes, e dentro dos padroes temporais e de eventos, se manifesta o karma
a alguns padroes da vida poder-lhes-ia chamar coincidencias, mas potencialmente com um significado profundo
olhem para as pequenas coisas (pormenores/detalhes) da vida, para poderem ver o macroscópico e global; olhem para os pequenos padroes e sinais
depois, em serenidade, respondam com todo o vosso amor, cheio de sonho e coracao, mas livre de expectativas


Comentem se o desejarem.

segunda-feira, setembro 22, 2008

Gratidão


Viver num estado de gratidão constante torna a experiência de vida mais valiosa e agradável.
O modo como encaramos o mundo muda: desfrutamos mais dos pequenos prazeres da vida e saboreamos as ínfimas benesses que cada dia traz.

Temos de aprender a praticar a gratidão. Por exemplo, antes de cada refeição, silenciosamente, podemos agradecer aos agricultores que cultivaram, aos vendedores do super-mercado, ao mundo que nos proporciona essa refeição num planeta onde milhoes de pessoas morrem à fome.

sexta-feira, setembro 19, 2008

Greve na cidade do automóvel: Associações celebram Dia Sem Carros

Existe a ideia estabelecida de que o automóvel é o meio de transporte mais cómodo e prático para as deslocações na cidade . Será isso verdade? O GAIA e a Casa da Horta vão assinalar o dia 22 de Setembro – Dia Sem Carros - com a realização de uma Corrida Intermodal e com debates e projecções de filmes sobre mobilidade. Esta Corrida Intermodal, já realizada noutros países, pretende olhar de perto a realidade da mobilidade no meio urbano. Serão quatro pessoas a fazer a mesma viagem, com os mesmos pontos de partida e chegada. Cada uma fará o percurso usando um meio de transporte diferente - a pé, de bicicleta, de carro e de transporte(s) público(s) - e poderá escolher o melhor trajecto.

No dia 22 de Setembro celebra-se em várias cidades do mundo o Dia Sem Carros. O objectivo deste dia é alertar para o impacto da presença do automóvel nas cidade e divulgar formas alternativas de mobilidade.

A cidade do Porto não adere oficialmente à iniciativa mas isso não impede a sociedade civil de apontar este importante problema.

Esta experiência isolada proporcionará material de reflexão para uma uma mobilidade consciente, sustentável e saudável. Por essa razão iremos também realizar um debate no dia seguinte (dia 23, terça-feira, 22h15), na Casa da Horta, acerca dos resultados. Antes do debate, às 21h30, será projectado o vídeo Sociedade Automóvel, de Branca Nunes e Thiago Benicchio. No domingo anterior (dia 21 de Setembro), também na Casa da Horta, será projectado o documentário The end of suburbia (O fim dos subúrbios), sobre o esgotamento do petróleo.

Originalmente, as cidades foram criadas para as pessoas. A palavra cidade vem do latim civis que significa cidadão - os indivíduos que têm direitos. Mas no início do século XX, com a invenção do automóvel, as cidades começaram a ser planeadas cada vez mais no sentido de favorecer a circulação dos automóveis. Aos poucos, tornaram-se locais hostis para quem anda a pé e, pode-se dizer, à vida humana em geral. No futuro, a cidade deve deixar de incentivar o uso do automóvel. No momento presente, na cidade em que nos encontramos, é importante perguntar que papel cabe a cada um de nós.

Links sobre a temática:
http://www.worldcarfree.net
http://www.mobilityweek.eu/

https://gaia.org.pt

http://casadahorta.pegada.net/

domingo, setembro 07, 2008

Combater a poluicao humana e mudancas climaticas: É preciso mais que accoes individuais, é preciso um movimento massivo dos politicos e da sociedade

http://www.independent.co.uk/travel/news-and-advice/lifestyle-choices-wont-win-the-battle-against-global-warming-921458.html

Lifestyle choices won't win the battle against global warming

In a new book on climate change, Jonathan Neale argues that solutions are within reach but the political will is lacking – a mass movement is needed to make governments take the lead

"Should you feel guilty about flying [or cars]? A lot of people would say you should. After all, the danger of runaway climate change is real. No one knows how far away that is. We probably have 10 to 30 years, but we may have longer, and we may already have passed the tipping point. (...)

The solution, then, is government investment and regulation. But that's the problem, too. It's not technology; it's politics. (...)

There's an even bigger problem, though. Many mainstream politicians have woken up to the dangers of climate change – Cameron, Merkel, Sarkozy, Gore and the Terminator. So have many bankers and corporate leaders. They now understand the science. They have children and grandchildren. And they own the world – they don't want to destroy it. (...)

That's where guilt comes in. The governments should be solving the climate problem. They aren't. So an avalanche of propaganda is coming at us - saying it's all your fault.
Almost everything about climate is put in terms of individual lifestyle choices such as green tourism. But no one really thinks that will insulate the houses of the poor, build wind farms around the world, or cut emissions in China. (...)

What we need is a mass movement to change government policies, or replace the current politicians with people who will take action."