O que é o Consciência Social?

É um blogue que convida todos à aberta discussão de temas relevantes para o desenvolvimento pessoal e de maior consciência social. Encontre temas ligados ao ambiente, práticas ecológicas, soluções de sustentabilidade, espiritualidade, iniciativas sociais e muitas novas ideias! Comenta! Partilha!

domingo, setembro 07, 2008

Combater a poluicao humana e mudancas climaticas: É preciso mais que accoes individuais, é preciso um movimento massivo dos politicos e da sociedade

http://www.independent.co.uk/travel/news-and-advice/lifestyle-choices-wont-win-the-battle-against-global-warming-921458.html

Lifestyle choices won't win the battle against global warming

In a new book on climate change, Jonathan Neale argues that solutions are within reach but the political will is lacking – a mass movement is needed to make governments take the lead

"Should you feel guilty about flying [or cars]? A lot of people would say you should. After all, the danger of runaway climate change is real. No one knows how far away that is. We probably have 10 to 30 years, but we may have longer, and we may already have passed the tipping point. (...)

The solution, then, is government investment and regulation. But that's the problem, too. It's not technology; it's politics. (...)

There's an even bigger problem, though. Many mainstream politicians have woken up to the dangers of climate change – Cameron, Merkel, Sarkozy, Gore and the Terminator. So have many bankers and corporate leaders. They now understand the science. They have children and grandchildren. And they own the world – they don't want to destroy it. (...)

That's where guilt comes in. The governments should be solving the climate problem. They aren't. So an avalanche of propaganda is coming at us - saying it's all your fault.
Almost everything about climate is put in terms of individual lifestyle choices such as green tourism. But no one really thinks that will insulate the houses of the poor, build wind farms around the world, or cut emissions in China. (...)

What we need is a mass movement to change government policies, or replace the current politicians with people who will take action."

sábado, setembro 06, 2008

Environmental Revolution, 5 Steps

Our challenge is to make a new Enlightenment, rejecting belief that we can master Earth and treat it as our unlimited supermarket, playground, laboratory and dumpster. Every human enterprise and standard needs reorientation to recognize the boundaries of our sun-powered planet.

Here's a short "to-do" list:

* 1. Reduce the industrialized world's carbon footprint 80 percent by 2050.

* 2. Prevent the projected 3 billion increase in human population over the next 30 years and actually reduce population by 2110 without famine, disease or war while preserving human dignity.

* 3. Revise the scientific method so that it better balances the goal of discovery with moral considerations and precaution.

* 4. Switch our economy to sustainable energy: solar, wind, hydro.

* 5. Make that economy one in which happiness and success do not require increased consumption.

In http://www.alternet.org/environment/96519/5_steps_to_an_environmental_revolution/

Depressão económica (2010) ou entao mudar a economia

Creio que apesar de (quase) ninguém reparar estámos a entrar num período díficil, em que uma crise social e depressão económica se aproxima. Há portanto que se optimista e sobretudo activo na procura de soluções e mudança. Estar precavido será importante, se é que a depressão de 1929 e 1873 nos podem ensinar alguma coisa.

Creio que pelo menos agora já ficam conscientes da possível realidade. Não digam que não foram avisados ;-)

Filosoficamente falando, o mundo também não podia continuar no estado de perpétuo crescimento e exploração ilimitada de recursos. O ambiente certamente vai agradecer.
Quando ocorre uma depressão, a economia estagna e o nível de vida fica muito mais complicado, se bem que certas coisas como, uma quantidade de dinheiro guardado e maior auto-suficiente na vida, ajudam imenso. Ter débitos e despesas como um carro ou casa para pagar serão das piores coisas.

Várias fontes apontam para 2010 para o ano em que a depressão deverá verdadeiramente começar, e durar pelo menos alguns anos, transformando as nossas vidas.
Se estiver errado ou exagerado, melhor para todos nós. Eu espero estar errado. Mas creio que perante a insustentabilidade actual, e a cegueira dos vários sectores da sociedade, que insistem em não querer ver os inúmeros problemas existentes (desde distribuição desigual da riqueza, escassez de recursos, mudanças climáticas, especulação económica, gastos em guerras e exageros no sector da construção), tudo aponta que a depressão parece estar a surgir. E é até talvez venha a ser um remédio santo! De qualquer modo, uma pessoa há que escutar a realidade e adaptar-se tomando medidas certas. É preciso mudar! Governos e pessoas!

"The U.S. economy is in an intensifying inflationary recession that eventually will evolve into a hyperinflationary great depression. Hyperinflation could be experienced as early as 2010, if not before, and likely no more than a decade down the road. The U.S. government and Federal Reserve already have committed the system to this course through the easy politics of a bottomless pocketbook, the servicing of big-moneyed special interests, and gross mismanagement"

"The depression began in late 1929 and lasted for about a decade. Many factors played a role in bringing about the depression; however, the main cause for the Great Depression was the combination of the greatly unequal distribution of wealth throughout the 1920's, and the extensive stock market speculation that took place during the latter part that same decade. The maldistribution of wealth in the 1920's existed on many levels. Money was distributed disparately between the rich and the middle-class, between industry and agriculture within the United States, and between the U.S. and Europe. This imbalance of wealth created an unstable economy. The excessive speculation in the late 1920's kept the stock market artificially high, but eventually lead to large market crashes. These market crashes, combined with the maldistribution of wealth, caused the American economy to capsize."

"The greatest force in the economy can be indisputably demonstrated to be consumer demographics, and within that the 45 to 54 year-olds demographic is just as clearly all-powerful. Things like interest rates, deficits, who is elected, and inflation are followers or consequences of the economy, not the makers of it. The Fed raises or lowers rates because the economy tells it to. Stock market crashes don’t cause recessions or depressions. It is the other way around. The DJIA is simply following the 45 to 54 year-olds demographic down to reflecting the new lower value of stocks as the economy declines. For easy to understand, fundamental reasons the economy has followed the big-spending 45-54 year-olds demographic for nearly a century. History shows that the economy always declines when the number of big-spending 45 to 54 year-olds in the population declines, a full 11 to 20 years before they retire. This happened rapidly in the early 1930s, slowly thank goodness in the 1970s, and will happen again from 2013 to 2025 [Baby boomer's retiring] (...) Our economy is driven overwhelmingly by consumer spending, no matter what we spend it on, including gasoline. Boomers will continue to unavoidably spend until their big-spending age limit is reached. When that happens the depression begins (...) This catastrophic depression will happen. The precious few years that are left before this coming 2013-2025 depression, that will dwarf the 1930s, must be used to their fullest starting immediately. It still won’t be enough time for many, but at least forewarned is forearmed."

E mais links http://www.naturalhub.com/slweb/fading_of_the_oil_economy_depression_timing.htm

terça-feira, agosto 26, 2008

Outro dia tive o insight que nós não somos ninguém
Que somos apenas a manifestação de algo maior e divino
E que nem sequer temos grande poder de escolha, ou diria antes poder
Somos apenas dotados de criatividade e percepção

Abrindo as portas da consciência, verificámos que o coração é tudo
A alma é um fluído contíguo
Em que não há separações nem espaço para as individualidades
Ou quero dizer antes
Que tudo se manifesta dividindo-se em infinitas partes dum todo
E que essas partes, na sua efémera e mutável existência, se tocam entre si
Em jogos de amor e outros sentimentos, ainda que o todo seja eterno

Essas partes, das quais a nós nos chamámos nós mesmos
Vivem instantes na imensidão cósmica
E estão ao leme de forças cósmicas de um poder imenso
Que nos regem o destino e nos levam à ilusão de um libertino livre-arbítrio
Que seja!
E sendo assim concluo que não resistir e deixar o rio levar avante é a melhor opção
Pois aproxima-se um tempo em que se essas forças se juntam e ganham soberba força
E isso a fectará aintensidade de cada flor a abrir, de cada passáro a voar, mas também de cada homem a sentir, a lutar, a mudar
Aquilo que os homens chamam a próxima década será algo soberbo, épico
Vi-o nos meus próprios sonhos enquanto olhava da minha parte minúscula
Para esse todo soberbo e unificado a que uns chamam natureza, outros deus, outros sabedoria

É uma paz tremenda apercebermo-nos da nossa vulgaridade e ridicularidade
É uma humildade que nos faz sentir que não estámos sozinhos
Que estámos aqui para nos amarmos uns aos outros e criarmos coisas e momentos do mais belo que possa haver
Amo-vos em todo o instante em que escrevo estas palavras


Somos parte dum todo e todos parte desse mesmo
Não se esqueçam!

quinta-feira, agosto 14, 2008

o "barquinho" Greenpeace em águas portuguesas

Após quase três meses no Mediterrâneo a denunciar actividades destrutivas e a documentar as áreas marinhas que necessitam de protecção, o Arctic Sunrise está a aproximar-se de águas portuguesas.A Greenpeace convida-te a visitar o Arctic Sunrise, que estará em Lisboa entre os dias 21 e 23 de Agosto. Na visita poderás conhecer a história do navio e saber mais sobre a campanha que a Greenpeace está a fazer em Portugal em defesa dos oceanos. Consulta o horário e o mapa do local no site GREENPEACE

Leonardo Boff


"Entre as muitas funções da teologia, hoje em dia, duas são mais urgentes: como a teologia colabora na libertação dos oprimidos que são nossos cristos crucificados hoje e como a teologia ajuda a preservar a memória de Deus para que não se perca o sentido e a sacralidade da vida humana, ameaçada por uma cultura da superficialidade, do consumo e do entretenimento. Devemos unir sempre fé com justiça donde nasce a perspectiva de libertação e importa manter a chama da lamparina sagrada sempre acesa, donde se alimenta a esperança humana de um futuro bom para a Terra e a humanidade."
Leonardo Boff

Podes saber mais aqui

sexta-feira, agosto 08, 2008

Uma sociedade e vida mais utópica

Fundamentalmente a ideia de uma sociedade utópica em que todos servem um bem comum é uma boa ideia.
E é possível.
Pois que sirva como exemplo a vida pacífica e harmoniosa que muitas tribos e sociedade ditas primitivas tinham.
Viviam em harmonia com a natureza, sem stresses de ter que ter um emprego e dinheiro.

Hoje em dia falta visão inspiradora para quer os governos, quer o povo, quer para os empresários.
É como se todo o mundo esteja vivendo uma anestesia global, uma ilusão.
E a ilusão do egoísmo, materialismo e interesse pessoal.

Fundamentalmente a ideia de uma sociedade socialista, comunista ou anarquista, em que todos servem um bem comum, sem necessidade que tudo seja cotado em preços, é uma boa ideia.
Basta apenas que a natureza humana, e aquilo que constituem as nossas aspirações mude.

Como disse, o interesse humano ainda é motivo puramente pela sua própria sobrevivência e assegurar coisas ilusórias como status social ou estabilidade monetária.
A falta de educação ou rigidez mental também é algo que impede as pessoas de poderem ver mais além.

Hoje em dia, com controlo exagerado dos estados, da ditadura da economia e das empresas, do mercado competivo e do stress urbano, será que alguém isto como uma sociedade desejável?
Não falando ainda dos desastres ambientais e possivel catástrofe ambiental e climática que poderá ocorrer nos próximos séculos. E não falando da tensões nucleares e sociais, da falta de alimentos, pobreza, instabilidade em muitos países e depressão das pessoas.

Há que nos iluminar e nos inspirarmos. Deixarmos para trás este passado e abraçarmos um novo futuro realista e mais inspirador.
Eu acredito que uma sociedade em que todos sejam livres, e que se devotem a servir um bem comum e mais elevado, é o caminho desejável. Pelo menos hoje em dia, somos "obrigados" a rever o modo como funciona a economia e já nos apercebemos que não podemos continuar assim com a nossa atitude imperialista, capitalista e dominante em relação à natureza, face ao risco de potencial catástrofe.

Restam questões práticas. Como proceder a esta transição?
A história mostra-nos o fracasso de praticamente todos os sistemas políticos, incluindo o actual, em fornecer felicidade, harmonia e paz às pessoas.
Creio que as sociedades avançadas europeias podem agora deixar de lado a avareza monetária que nos moveu durante décadas. E deixar de lado as ilusões do progresso e do avanço. Não há avanço, há apenas que procurarmos a felicidade e harmonia de todos.

É um trabalho individual e colectivo. Lento e gradual, e até doloroso, visto os eventos da história.
Pessoalmente vou pensando, e inclusivé com muitos de vós amigos e colegas, como se pode dar alguns passos numa transição para uma natureza humana mais altruísta, harmoniosa e fácil.
Creio que os avanços tecnológicos em vez de estarem ao serviço do lucro, podem reduzir a necessidade de horas de trabalho dos povos. Não há necessidade de tanta fábrica e industrialização, nem de tanta construção, carros e tecnologia. Agora é preciso perguntarmos como podemos melhorar o nosso balanço com o planeta, com as outras espécies com quem parece que nos divorciamos há muito, com a beleza do universo, com os outros povos que são nossos vizinhos e colegas de planeta, com o clima, a ecologia e a atmosfera.
E perguntarmo-nos também como podemos nos divertir mais, ter mais estabilidade sem ter que perseguir os problemas financeiros, ou de emprego, e continuar, através daquilo que temos como vocação e nos dê alegria, servir um bem maior e colectivo (e ao mesmo tempo pessoal).
Já nos libertamos da religião, da pobreza, da opressão e da ignorância, muitos de nós. Agora fala dirigirmo-nos a um ideal maior de mais harmonia nas nossas vidas, mais alegria e mais altruísmo.

Pessoalmente tenho acreditado que precisámos de ter mais mais hábitos ecológicos e poupados, menos materialistas, nas nossas vidas. E dedicarmo-nos talvez mais às artes e às pessoas, às coisas mais humanas e familiares.
Criar estruturas familiares ou comunitárias não é fácil nesta altura, mas creio ser um passo desejável.
A outra questão mais complicada é como criar menos dependência do mercado económico. Bem, pelo menos parece que atingirmos mais auto-suficiências nas questões de energia, terra, casa, comida e água, parece ser crucial. Ao mesmo tempo focarmo-nos na necessidade disso não só não ajuda como é a própria causa do problema!
Daí que se eu me estiver a rir,a divertir e a expressar-me de um modo muito mais natural e fluído, talvez esteja a cumprir a minha verdadeira missão de servir os outros, sem que comprometa a minha paz interior ou a dos outros. E, enquanto isso, posso escolher uma ocupação na sociedade que me ajude a criar este estilo de vida, tentando a viagem de chegar a esse idealismo final de uma comunidade global que transcendeu o seu próprio interesse e degradação.

Comentários vossos são benvindos, de preferência com ideias positivas e concretas!

Abraços a todos e felicidade,

sábado, julho 26, 2008

a infelicidade tem um sentido


"(...) A ostra, para fazer pérola, precisa ter dentro de si um grão de areia que a faça sofrer. Sofrendo, a ostra diz para si mesma: "Preciso envolver essa areia pontuda que me machuca com uma esfera lisa que lhe tire as pontas..." Ostras felizes não fazem pérolas...Pessoas felizes não sentem a necessidade de criar. O ato criador, seja na ciência ou na arte, surge sempre de uma dor. Não é preciso que seja uma dor doída...Por vezes a dor aparece como aquela coceira que tem o nome de curiosidade. ..." Rubem Alves, Ostra Feliz Não Faz Pérola

terça-feira, julho 22, 2008

Fabuloso Vídeo, Where the hell is Matt?

Tantos sítios no mundo...
Todos a dançar... ;)


Where the Hell is Matt? (2008) from Matthew Harding on Vimeo.

segunda-feira, julho 21, 2008

Green New Deal

Foi proposto no Reino Unido um plano estratégico chamado Green New Deal, para se passarem uma série de leis para ajudar o país a ultrapassar a crise do clima e económica.
Propõe criarem-se milhares de novos empregos verdes, investimento nas energias renováveis e a união entre ecologistas, agricultores, empresários e a indústria.
O nome é tirado do plano pelo presidente Roosevelt aquando da grande depressão nos anos 30s para tirar os EUA do caos económico e social da altura.
Segundo o grupo estratégico temos somente mais 100 meses (8 anos) antes que as mudanças climáticas se tornem dramáticas, um período similar ao previsto por muitos cientistas.

Ver em http://news.bbc.co.uk/2/hi/science/nature/7513635.stm

segunda-feira, julho 07, 2008

A FEBRE dos carros eléctricos começou!

Já existem 30 companhias mundiais que estão de momento a vender os seus primeiros carros eléctricos! E qualquer um pode comprar!

Esqueçam o biodiesel (que poluí e ocupa solos usados para crescer comida)
Além da alternativa do hidrogénio/água, seguem-se os carros eléctricos à venda em 2008 e 2009 por preços desde 7.000 euros a 100.000 euros, dos mais lentinhos (40kmh) aos mais rápidos (200kmh)

Os carros são carregados em casa como se fosse um telemóvel :)
E só usam baterias de lítio (ou paineis solares), como os portáteis.

http://venturebeat.com/2008/01/10/27-electric-cars-companies-ready-to-take-over-the-road/

Usar comida para combustíveis não é a solução!!


De acordo com um estudo recente (publicado na Science e noticiado pelo Público) os biocombustíveis só contribuem para piorar o ambiente mais do que melhorar.

Carros eléctricos sim, são uma excelente solução!


Sabe-se que o CO2 fica retido nas florestas que são destruídas para crescer as culturas do biodiesel. A melhor alternativa são carros eléctricos e sobertudo usar mais transportes públicos, restando o transporte individual para quem realmente precisa.

A questão da comida é que é necessário focar mais na produção local que custa menos (não involve custos de transporte aéreo ou terrestre) e é melhor para o ambiente (e induz mais comércio local no interior). A longo prazo a agricultura biológica e de policultura é melhor porque os solos mantém-se produtivos e saudaveis durante muito mais tempo, nao ha contaminação com quimicos perigosos dos escassos lençóis de água, nem OGMs (perigos de contaminação genética) e a policultura permite crescer por exemplo árvores de fruta juntas com vegetais, o que aumenta a retenção de água no solo e sequestramento de mais CO2.

Em síntese, carros eléctricos e agricultura local e biológica (policultura) são as soluções chave para as presentes crises

sábado, julho 05, 2008

Vida a 300ºC

http://www.deccanherald.com/Content/Jun212008/national2008062074569.asp

Cientistas de astrobiologia descobrem aquilo que poderá ser vida que se multiplica a quase 300ºC abalando as fronteiras daquilo que a ciência define como vida. As "células" não apresentam DNA mas multiplicam-se, individualidade definida e estrutura complexa.
A origem destas "formas" foi encontrada em chuva avermelhada que cai por vezes em algumas zonas dos estados unidos e pensa-se que terá origem cósmica. No entanto a restante comunidade científica está relutante em aceitar o facto (como sempre aliás).
Parece que há sempre vida em qualquer local...

terça-feira, junho 17, 2008

Pristine feelings

My wishes for 2008



Healing thoughts
A Bright Light for the world
that brings peace and love
that nurtures every soul and repairs every wound

A calm landscape of mind
A soft lovely heart listening
The sounds of beauty hovering above us

A spiritual world of connections and linkage
Two hearts, friendly mates together
All nations in prosperity and binding
in inconditional love and friendship

A howling wind that brings change
A kiss of fate paiting colorful skies of emotions
The criative power of mother earth
and holy child of the universe

A sacred place to be
A silky chair to sit and relax
And listen and feel the worlds of the soul
Hello, feel welcome here and now




domingo, junho 15, 2008

depressão - doença do coração


Após um dia de estudo exaustivo, no âmbito do curso que ando a tirar de Medicina Tradicional Chinesa, decidi publicar este pequenina referência a essa doença que afecta tantos de nós e que se denomina Depressão.

Assim, diz a Medicina Tradicional Chinesa (MTC) que o medo desce do Rim enquanto que a ansiedade é uma emoção que sobe ao Coração. Evidentemente, em ambas as situações a ansiedade e o medo podem ser definidas como um desequilíbrio no eixo Água / Fogo.
Segundo a MTC, a depressão é um lamento profundo e a dor pode ser tão insuportável que leva ao suicídio, a retirada final do elemento Terra.
A depressão aparece sempre que há uma profunda perda de energia, o que pode ocorrer numa doença prolongada ou após uma operação séria; a perda de sangue afecta o Coração, que é o órgão que controla a alegria.
Este bloqueio da energia no Coração afecta negativamente as funções mentais (perda de memória e de concentração) e impede a capacidade de sentir alegria.
Terapia para a depressão: muito, muito amor...

sábado, junho 14, 2008

Transformações do mundo

E se todos os nossos desejos interiores fossem o responsável pelas mudanças climáticas
Se eles fossem, essas emoções poderosas cá dentro, as responsáveis pelos numerosos sismos hoje em dia e que continuam a aumentar?
E se fossem elas, as causadoras da instabilidade no povo, sociedade e economia?
Se fossem elas as causadoras de toda a rebeldia, revolta, atentados, medos, utopias, criatividade musical, artística, ideaológica, etc?
Se fosse toda essa a consciência a criadora de tudo que há na Terra e continua a causar pelos anos que vêm aí grandes transformações no planeta e humanidade?
Já repararam no desaparecimento das baleias e das abelhas?
Das migrações e do derretimento das calotes polares?
Do aumento absurdo da sensibilidade e intuição que temos "sofrido" nos últimos tempos?
Como o tempo parece estar a acelerar tão rapidamente e dias passam a correr como se fosse um mês!?
Como se a quantidade de invenções e descobertas cresce infinitamente?
Tudo parece culminar num salto evolutivo, transformativo, num despertar da humanidade e do planeta, que é também ele uma organismo vivo e consciente!
Como as coincidências parecem ocorrer? Como manifestámos os nossos desejos tão rapidamente!
Ou isto é mais uma história de ficção científica ou verdade, mas parece que a consciência humana está a ascender, despertar, agitar, conectar, intervir, transformar...

Se quiserem interpretem tudo como pura fantasia.

É hoje o dia.
É este o ano.
É este o milénio.
Abrirmo-nos ao amor
Abrirmo-nos à paz
Abrirmo-nos à união

Luz para todos
A realidade é também ela pura fantasia.
E isso tem muitas implicações!

sexta-feira, junho 13, 2008

Não ao Tratado da Europa




Não ao Tratado de Lisboa.


Querem modificar os poderes da UE para ficarem mais fortes.
A soberania nacional poder-se-ia começar a perder-se

Não é que seja só nacionalista, eu também sou um globalista. Mas creio que é mais importante uma Europa unida mas não controlada centralmente. Controlada localmente.
Respeitando a liberdade de cada país e a sua cultura e decisões.


Por isso, sou pelo Não ao Tratado de Lisboa.

Não à perda da nossa soberania nacional e local.
Não à tirania política e económica.
Ninguém fala do tratado, ninguém até sabe bem, mas se lerem a wikipedia percebem.
Com o tratado queriam elevar os poderes do presidente da UE sobre os parlamentos nacionais: sabem o que isso significa? E esse presidente não é eleito por votos, mas sim nomeado!
O que quer dizer isso se não uma cripto-ditadura, uma ditadura disfarçada, mantendo os governos nacionais eleitos, mas estando subjugados a um governo central europeu que é nomeado por comissões que nós também não elegemos!!!!

Felizmente hoje a Irlanda votou Não!
Felizmente que o povo fala alto a sua voz.
Já que em muitos países (Portugal incluído) os governantes tiveram medo.

E agora, vão contra a vontade do Povo, vão contra as várias soberanias europeias?

Europa unida pela paz e liberdade, Sim.
Europa unida por um poder central, Não.
Viva à nossa soberania.
Defendam com força a vossa liberdade, portugueses!

quinta-feira, junho 12, 2008

Society, economy, jobs, and the future

Este é um ensaio pessoal a descrever o que poderá acontecer caso uma crise económica se instale nos próximos anos devido à subida dos preços do petróleo (muito provável). O que é que nós podemos fazer de uma maneira prática.

This is a personal essay describing what will probably happen if a economy crisis happen during the next years, due to oil prices (very probable!), and what we could do. Feel free to add comments.


How society and its economy are structured

Society is organized around cities, countryside and surrounding nature, from which we should, in a sustainable way, took.
The basic structure of our society and jobs (and that affects where money goes and where people get located) is structured the following way:
We need food, shelter, water, energy, transportation, fun and some other minor things
Therefore we have, as a parallel, agriculture and a food industry (growing fields, milk industry, fishermen and fish industry, trucks that transport these, food processing industry, small markets, shops and supermarkets), a water industry for drinking and for providing distribution and waste treatment, energy produced with fuels, river dams, wind and energy centrals, industry for producing clothes and things, for distributing these, for acquiring basic materials such as wood, paper, plastic and computers, economists, lawyers, politics, administrators in between, scientists working for math, computers, ecology, waste treatment, forests, plant resources, pharmaceutics, with hospitals, nurses, dentists and medical centres, educations and schools shops selling fun services such as theatre, cinema, arts, drinking and shops, car assembly industry and public transportation, and industry providing their materials and distribution, city halls and probably the most stupid thing of all, stock markets.
This is, in general, a input (take from nature), process, distribute, sell and recycle or waste treatment line or circle. We choose our jobs accordingly to this overall structure and our talents and aspirations, where everyone seeks to service itself, others or the common good (preferably the last two). A social crisis comes when something does not work well or is unsustainable, as now with market speculation, oil depletion, resources depletion, unemployment and climate change. It means the structure, that should be a intelligent-designed network is not working properly.

If a economy crisis comes in next decades what will look like?

In a coming crisis, basic needs are going to be our foremost priority, particularly concerning food, distribution and transportation (of both people and goods), medical care, and maybe education care and fun will still made its way on. Energy will be a key issue followed by job sustainability and resources. The economy depression will probably set abruptly, as we are now seeing, and then slowly deepen, caused by the crash of oil industry, credit bubbles, market panic and unemployment or strike crazes. I can only guess that the unrest will kick in during 2009, aggravating in two years and a long recession proceeds through the following decade, until new energies and new ways of making economy and social structures, work out.
Politics will become harder as economy depresses, resources distributions slows down or depletes, unemployment and social unrest mounts and climate change may set in. During the former economy depressions, states became more authoritarian and trade become local instead of global, production and transportation dramatically slows down, and unemployment rises as people consume less and cannot work without fuels.
People in their young ages will find it difficult, in universities scholarships may continue, as funds reduce, the priorities will be agriculture, resources, energy, green building, despite the fact that the medical field and computers will still fare well.
Agriculture workers, fishermen and sail distributors may find it harder. Banks may collapse gradually. It may become expensive to drive a cars and public transportation will be a better choice. People will move from suburbs to inner city, to avoid transport costs. Getting a job will be more valued as private business and selling will become more difficult, but researching and working to solve resources (food, energy, materials) to keep the society work, will be more valued (except house building which will dramatically slow down, particularly in suburbs). In small cities and villages, people will not prefer live of agriculture and much less than services and will therefore migrate to bigger cities, looking for remaining jobs. Cleverly working with food needs and distributing them will be a smart choice. Policemen and medical care will be essential. Living from self-grown food or a water spring will be a very good step. The same goes for investing in renewable energies. Private investment will fare bad (this is well described during depressions), except in renewable energies, self-sufficient living, agriculture and resources, security-keeping, and eventually in food chains and social enterprises to keep people happy). When one is poor, and many become poor, most money will go to food, and then house and transport. The rich, in risk of becoming bankrupt due to economy crash, will invest in alternative ways of energy, agriculture an housing, or other important social services (this is a theory, but eventually the state will strongly support this). The mid class will barely manage to sustain the economy, making the money flow into the former mentioned fields and jobs (keeping a important and needed job or service will be essential; changing jobs will be very risky). The government, a main source of jobs in next years, will invest in these same areas. Working in city halls, public services, in the all areas described in former essay (of most basic needs) will fare very good. In summary, move for governmental jobs concerning important services and needs, and later invest in private basic needs enterprises
I am still looking forward for a more practical view of which jibs and careers may be best in following years. Which ones may become more of service to others, in a enjoyable and useful way.


Click in the video to the the insightful and cleverly-designed "story of the stuff", takes about 25min.

Soluções práticas para a crise!

Há soluções práticas para a crise. É preciso mudar *muita* coisa.
- Aos camionistas: O transportes das comidas e combustiveis deve ser feito por via comboio!
- Deve-se investir mais na produção local para não haver futuras rupturas de stocks; a comida local é mais saborosa e ajuda a criar mais emprego local!
- Aos agricultores deixem de usar pesticidas, adubos químicos e hercididas e já poupam dinheiro, o ambiente e ainda a saúde de muitos. A agricultura biológica não é tão produtiva mas não depende tanto do petróleo.
- Aos pescadores deixem de pescar tão intensivamente, há imensas espécies já em grande dimunuição.
- Aos condutores em geral, conduzam menos, vivam perto do local de trabalho.
- O governo também precisa de dar uma mão aqui; mudar as coisas: investir em energias alternativas, poupança de recursos (o ambiente agradece)
- Criarem-se carros movidos a outras energias (eléctrica ou hidrogénio). Se não vamos todos parar e certamente quem vai agradecer é o ambiente.
- Casa um de nós precisa de apoiar (na altura de comprar, optar) por produção local e sustentável. A crise serve para indicar os pontos fracos da nossa sociedade. cada um de nós precisa também de gerar e ser mais auto-suficiente. Consumir menos é crítico. À industria e a todos nós, é necessário trocarmos de ocupações: investirmos em coisas mais sustentáveis e amigas do ambiente e pensando numa sociedade mais em harmonia.

segunda-feira, junho 09, 2008

Roupa nossa de cada dia

A 23 e 24 de Abril decorreu em Lisboa, no Centro Social da Mouraria, uma reunião da Clean Clothes Campaign - Campanha Roupas Limpas (CRL), que reuniu activistas de vários países europeus. A CRL trabalha em prol da melhoria das condições de trabalho no âmbito da indústria têxtil, informando o consumidor sobre as violações dos direitos dos trabalhadores que muitas vezes se escondem por trás dos artigos de vestuário que compramos. A CRL assume também um papel de pressão junto das empresas, exigindo a responsabilização destas pelos abusos cometidos ao longo da sua cadeia de fornecedores.

Neste encontro estiveram presentes elementos da CRL espanhola, italiana, holandesa, inglesa, assim como investigadores e membros de outras organizações e sindicatos que têm vindo a colaborar com a CRL. A reunião decorreu na sede nacional do GAIA, que procura neste momento dinamizar uma campanha portuguesa.

A Campanha teve origem na Holanda, em 1991, na sequência de uma acção de protesto contra uma cadeia retalhista. Actualmente, está presente em 11 países europeus, procurando cada uma destas campanhas nacionais assegurar o contacto com as empresas com maior peso no mercado, funcionando como observatório das situações em que estas possam estar envolvidas e informando o consumidor sobre a conduta destas mesmas empresas. As campanhas trabalham enquanto plataformas de cooperação entre várias organizações, tais como ONG's, sindicatos, associações de consumidores,...
Na abordagem que é feita aos direitos dos trabalhadores é também tida em conta a questão de género. A indústria têxtil assenta sobretudo no trabalho de mulheres, e quando se fala em defesa de direitos, continua a verificar-se uma diferença na conquista e protecção desses direitos, em função do género.

Há que assumir o impacto social e ambiental que a actual economia de consumo acarreta, onde aquilo que é um direito básico do ser humano pode rapidamente ser encarado como um empecilho a uma qualquer ideia de progresso. A Campanha Roupas Limpas debruça-se sobre uma questão muito específica mas essencial. Cabe-nos a nós estar concientes daquilo que está implícito em cada uma das nossas escolhas. E procurar a mudança, com actos e sem omissões.



Campanha Roupas Limpas
Portugal e o sector têxtil

Os trabalhadores
Portugal é também o oitavo país da União Europeia com maior número de pessoas a operar nos têxteis, sector do qual é o 16.º a apresentar resultados em termos de produtividade. Os números fazem parte da última edição de "Empresas Europeias - factos e números", o retrato estatístico dos sectores de actividade da UE, ontem publicado pelo Eurostat.
Apesar da deslocação de várias empresas para o Leste europeu e para a China, Portugal continua a ter um papel importante nos têxteis, ramo no qual é o primeiro em termos de valor acrescentado criado, segundo a lista de actividades económicas da Comunidade Europeia (NACE). A indústria portuguesa é líder entre os 27 no sector do vestuário e curtumes, seguem-se os têxteis e em terceiro lugar outras indústrias extractivas na lista de actividades em que cada país é especialista. (JN, 16.01. 2008)
A indústria têxtil move-se rapidamente, segundo uma economia de poupança que muitas vezes implica uma economia nos direitos dos seus trabalhadores, tais como o direito à associação ou a um salário digno. Apesar de todas as normas em vigor, Portugal continua a apresentar casos de exploração, tais como casos de trabalho infantil, que se verificam sobretudo no sector do calçado (El Mundo, 27.05.2006).

As empresas
As duas maiores cadeias portuguesas de retalho estão entre as maiores empresas do sector no mundo, segundo o relatório "2008 Global Powers of Retail", ontem divulgado pela consultora Deloitte. (...)A maior empresa portuguesa do sector é a Jerónimo Martins, que ocupa a 138.ª posição, tendo subido 12 posições relativamente ao lugar ocupado no estudo de 2006.A outra empresa portuguesa que está nesta lista é a Modelo-Continente, no 183.º lugar, tendo ganho sete posições desde o relatório de 2006. (...) A Jerónimo Martins opera em Portugal e na Polónia, enquanto a Modelo-Continente, que adquiriu as lojas da Carrefour, está só presente em Portugal. (JN, 16.01. 2008)
Portugal deixou de apenas marcar presença entre os países onde a produção têxtil assenta., fornecendo mão de obra. Hoje em dia destacam-se empresas portuguesas na distribuição em grande de escala, tendo havido uma transição de papéis.



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