O que é o Consciência Social?

É um blogue que convida todos à aberta discussão de temas relevantes para o desenvolvimento pessoal e de maior consciência social. Encontre temas ligados ao ambiente, práticas ecológicas, soluções de sustentabilidade, espiritualidade, iniciativas sociais e muitas novas ideias! Comenta! Partilha!

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Vigília de solidariedade com os imigrantes "sem-papeis"

SOLIDARIEDADE COM OS IMIGRANTES

Pela calada da noite, o Governo começou a expulsar os 23 imigrantes marroquinos que chegaram a Portugal. Do seu país estes imigrantes foram expulsos pela pobreza, no nosso foram recebidos como criminosos, presos num centro de detenção, privados da liberdade para novamente serem expulsos para o país de onde tiveram de sair. Estes imigrantes são vítimas das redes de tráfico e procuram apenas uma vida melhor. Como muitos portugueses procuraram e continuam a procurar noutros países.

Esta expulsão condena os imigrantes à miséria e a arriscar a vida novamente. Devolvê-los às redes de tráfico e de imigração ilegal que estes imigrantes ajudaram a denunciar é uma atitude criminosa do Governo e é uma forma cruel de os tratar, que incentiva estas redes ilegais.

Contra a crueldade da Lei

Pelos Direitos Humanos


Vigília de solidariedade com os imigrantes "sem-papeis"

18H30, RUA BARÃO DE FORRESTER (ao metro da Lapa)

Associações que convocam:

AACILUS, CASA VIVA, GAIA, OLHO VIVO, QUE ALTERNATIVAS, SOLIM, SOS RACISMO, TERRA VIVA!aes

terça-feira, janeiro 22, 2008

Meditação, Yoga e Caminhada



FIM DE SEMANA 9, 10 DE FEVEREIRO
Montaria, Viana do Castelo

Sábado 9

10h30m - caminhada pelo rio Ãncora
13h - almoço junto ao rio (o almoço é trazido até nós)
15h - aula de yoga (com Lécio Ferreira)
16h30m - caminhada de regresso a casa( lanche à chegada)
19h30m - jantar
21h30m - meditação "No Mind" (não mente)
22h30m- no fim da meditação continuamos em silêncio e recolhemos aos quartos. Começo de Vipassana.

Domingo 10

07h - meditação Vipassana
08h - pequeno almoço
09h30m - caminhada Vipassana
10h30m - meditação Vipassana
11h30m - caminhada Vipassana
12h15m - descanso13h - almoço
14h30m - meditação Vipassana
15h30m - caminhada Vipassana
16h30m - um pouco de Yoga para "esticar" o corpo (junto a um ribeiro)
17h - chá e biscoitos. Conversa sobre o dia
19h30m - lanche ajantarado

Preço:


60€ em quarto
50€ em camarata (trazer saco cama e almofada)
15€ só Sábado (até ao lanche)


* todas as refeições são vegetarianas
* podem chegar Sexta á noite (refeição ligeira quente)
* aceitam-se pedidos especiais de alimentação (mas não carne nem peixe!)

Inscrições: Atimati- 916 331 502

quarta-feira, janeiro 02, 2008

quinta-feira, dezembro 20, 2007

BOM NATAL


sexta-feira, dezembro 07, 2007

Introdução à meditação


Workshop de introdução à meditação budista com Margarida Cardoso
Data: Sexta-feira 7 de Dezembro, às 19h
Local: UBP Rua da Restauração, 463, 2.º
Contribuição: livre

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Oficina de prendas de Natal... recicladas

Na sequência das Conversas da Terra decidimos continuar a conversa... com oficinas que aprofundassem alguns temas em particular. Para aproveitar esta época natalícia de consumo desenfreado, decidimos fazer uma oficina de prendas de natal... recicladas. Portanto apareçam com deias, materiais potencialemtne recicláveis... ou só apareçam

Local: UBP Porto Rua da Restauração, 463, 2.º
Data: domingo dia 25 de Novembro, das 15h às 18h

quarta-feira, novembro 28, 2007

Fukuoka e a revolução da agricultura e de todo um estilo de vida

40 Years of Natural Farming - Fukuoka

Masanobu Fukuoka, with his grizzled white beard, subdued voice, and traditional Oriental working clothes, may not seem like an apt prototype of a successful innovative farmer. Nor does it, at first glance, appear possible that his rice fields—riotous jungles of tangled weeds, clover, and grain—are among the most productive pieces of land in Japan. But that's all part of the paradox that surrounds this man and his method of natural farming.

Using practices that some people might consider backward (or even foolish!). His acres consistently produce harvests that equal or surpass those of his neighbors who use labor-intensive, chemical-dependent methods. Fukuoka's system of farming is amazing not only for its yields, but also for the fact that he has not plowed his fields for more than 30 years! Nor does he use prepared fertilizer—not even compost—on his land, or weed his rows, or flood his rice paddies.

Fukuoka's agricultural approach is simplicity itself.

For more information please read these interviews:
http://www.motherearthnews.com/DIY/1982-07-01/The-Plowboy-Interview-Masanobu-Fukuoka.aspx
http://www.context.org/ICLIB/IC14/Fukuoka.htm
http://www.lifepositive.com/body/nature/fukuoka-organicfarming.asp

He says: "If a single new bud is snipped off a fruit tree with a pair of scissors, that may bring about a disorder which cannot be undone…Human beings with their tampering do something wrong, leave the damage unrepaired, and when the adverse results accumulate, work with all their might to correct them."

Histórias pessoais para um mundo melhor

Also check this excelent collection of personal stories and articles:
http://www.context.org/ICLIB/backi.htm

Lots of advices, reflexions and assays on environmental, poetic, sustainable, humanistic, comic and happy, ways of living. A must see

sábado, novembro 24, 2007

¡NO ME LLAMES EXTRANJERO!

No me llames extranjero,
porque haya nacido lejos,
o porque tenga otro nombre
la tierra de donde vengo.

No me llames extranjero,
porque fue distinto el seno,
o porque acunó mi infancia
otro idioma de los cuentos.

No me llames extranjero
si en el amor de una madre,
tuvimos la misma luz,
en el canto y en el beso,
con que nos sueñan iguales
las madres contra su pecho.

No me llames extranjero,
ni pienses de dónde vengo,
mejor saber dónde vamos,
adónde nos lleva el tiempo.

No me llames extranjero,
porque tu pan y tu fuego,
calman mi hambre y mi frío,
y me cobija tu techo.

No me llames extranjero,
tu trigo es como mi trigo,
tu mano como la mía,
tu fuego como mi fuego
y el hambre no avisa nunca,
vive cambiando de dueño.

Y me llamas extranjero…
porque me trajo un camino,
porque nací en otro pueblo,
porque conozco otros mares
y zarpé un día de otro puerto,
si siempre quedan iguales
en el adiós los pañuelos
y las pupilas borrosas
de los que dejamos lejos.

Los amigos que nos nombran
y son iguales los rezos
y el amor de la que sueña
con el día del regreso.

Traemos el mismo grito,
el mismo cansancio viejo
que viene arrastrando el hombre
desde el fondo de los tiempos,
cuando no existían fronteras,
antes que vinieran ellos…
Los que dividen y matan,
los que roban,
los que mienten,
los que venden nuestros sueños,
los que inventaron un día esta palabra…
¡¡¡ “extranjero” !!!

No me llames extranjero
que es una palabra triste,
que es una palabra helada
huele a olvido y a destierro.

No me llames extranjero
mira tu niño y el mío
cómo corren de la mano
hasta el final del sendero.

No los llames extranjeros,
ellos no saben de idiomas,
de límites ni banderas,
míralos se van al cielo
con una risa paloma,
que los reúne en el vuelo.

No me llames extranjero
piensa en tu hermano y el mío,
el cuerpo lleno de balas besando de muerte el suelo.

Ellos no eran extranjeros,
se conocían de siempre;
por la libertad eterna,
igual de libres murieron.

¡¡¡No me llames extranjero!!!
Mírame bien a los ojos,
mucho más allá del odio,
del egoísmo y el miedo
¡¡¡No puedo ser extranjero!!!
¡Y verás que soy un hombre!

Canción-poema de Rafael Amor

quinta-feira, novembro 22, 2007

Some positive thoughts

We are spiritual beings dwelling in a material and physical world. Shall we not forget this. So, we came to a culture where spiritual ideas are indeed put aside in favor of thoughts of funtionality, economics, sociolization, doing what is expected and caring for our material survival.
In fact, we will die in a few years or decades, and we shall take nothing. Only memories of those 'spiritual' and good simple things. Take care with this then.

There is no need to control another or other, even if we think it is for their good.
There is no need to implant over other ideas or intentions.
Our spiritual work is upon the self. To best express our self, a inner work.

Our personality (not our inner essence) is a shell of psychological material. Of often rather diverse and contraditory material, stuff, talents and desires.
Shall we laught at that!
Shall we take it lightly!
Shall we take acceptance on that, over the same contradictions of others, and bless and have love and compassion foe that, on ourselves and on others.

It is a rather important spiritual work, to simply meditate and to spread prayers or simply thoughts of peace for our entire Earth.
For although, we may think at first nothing is really working (since there is still a terribly amount of conflit and problems) shall we notice two important things:
First people are nowadays, as never before, brining light to face these problems (that were previously hidden. We have the examples of power and money schemes corrupting people and governments, the issues of freedom and equality, the issues of world peace and abundance and the environmental cause. Second, we are seeing now, as never before, a grassroot awakening of people to the themes of inner things and caring for earth and mankind, that is slowly gaining strenght, hiddenly, amongst our populations, in every country of the world! Notice that.

We shall remember that, currently, nearly every government and big enterprises, are rules by self-serving interests. These are self-serving needs that our ape ancestors followed and plenty of humans still seek. It is that tribal thinking, for solely caring for our families or nations that takes us to ruin.
These people gain a unceasing thirst for possessions, money and power.
Shall we not become overly concerned with this. It is intended to be so.
Earth is a leaning-school planet.
May we assist with inner peace and bless those. And when possible assist them in changing behaviours.
Shall we rest with these thoughts, as empires rise and fall, along the unstopable spiritual evolution.

If we shall take consciousness of our inner desires, aspirations, gifts, graces and fruits, then is a lifetime of worth.
If we shall take these and put them forth it is still a lifetime of tremendous worth. It is a task well worth of a lifetime of service and sense.

If we choose to culture the higher values of equality, fraternity, and stewardship of people, ideals and the land around us, shall we look not far, but to our local situations and city/village.
There are those needy, hungry, childreen to care, old people to live in dignity and happiness their last days, and a lot of land and forest to be cared for.
Shall we do these services in blessing devotion, with all our entire hearts and souls. Even if it is a simple smal thing. We may teach a lot and show other a way better.

It takes a great commitment to love another one, in a love relationship.
Shall we be asked to love the other, our mate or companion, without any judgment.
To find all the compassion, love dearly, humbly and completely, with no judgment.
Love works in our understanding, encouragment of others.

And if anything may fail or falter, shall we take things lighty, and start all over again over a new day, without any judgment or concern.
A new day is always a new day of creations and hopes.
For those alone, laughter is a excelent remedy and seeking companionship a good solution.

A word about our future. Things will probably change strinkinly in the next decades. Our personal choices and stuff is far more important we have ever realized. Everything will be just well even if it is so dificult for us to get aware of that. Gradually, population will change and get concerned much with changing the things of a more global nature, such as cleaning the soils, the waters, the air, restoring our natural enviroments and finding to live in such a way that we may become aware we are indeed all fantastic creators of a lovely magical world, and part of it.

sexta-feira, novembro 16, 2007

The falling of Creative Class*

"Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro

Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário

Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável

Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho o meu emprego
Também não me importei

Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo."

Bertold Brecht

Relembro este 'velho' poema que percorreu a minha juventude, e admiro a sua contemporaneidade. Volto ainda a relembrar um artigo que publiquei aqui á precisamente um ano atrás - Capital Cultural - e que reflecte sobre o valor gerado pela "Classe Criativa" para a economia europeia. Faço a ponte com um estudo, "Europe in the Creative Age", publicado em 2004, de Richard Florida, autor de "The Rise of the Creative Class, e fundador do "Creative Class Group".
Este é o momento para tomar posição e acabar com o silenciamento de algumas "verdades inconvenientes". Não o faço porque temo que me 'levem' a mim (isso está a acontecer neste momento), mas porque acredito que é absolutamente uma questão moral e ética falar sobre a realidade de milhares de 'criadores' que vivem hoje na mais pura das misérias, integrando o corpo de desempregados, precários e pobres que perfazem já mais de 20% da população portuguesa. Não faço ideia da dimensão europeia do problema, mas acredito que andará por valores próximos (embora mais baixos do que os portugueses).
Inspiram-me os monges budistas da Birmânia, que decidiram não calar mais a sua consciência, que tiveram a nobreza e a coragem de saírem à rua denunciando (mundialmente) a imoralidade, a ditadura, a opressão, a miséria e a fome em vive o povo do seu país.
Acredito que esta é uma questão moral, porque creio que não pode ser admissível que aqueles que estão entre os que mais contribuem para a 'riqueza' da Europa, sejam precisamente aqueles que estão entre os mais sacrificados (ninguém deve ser sacrificado).
Há um ano atrás era capa do jornal Público - "CULTURA COM MAIS PESO NA ECONOMIA EUROPEIA DO QUE SECTOR AUTOMÓVEL". Fiquei estúpido na altura! Foi necessário que, um conceituado economista europeu, contratado pela comissão europeia
(segundo o artigo publicado), conclui-se que o sector da Cultura contribuia mais para o PIB europeu, que uma das mais poluentes e destruidoras industrias do planeta (a automóvel, e todas aquelas a si associadas, como a do petróleo), para esta questão, do valor da Cultura, viesse á luz do dia. Hoje, com as questões das alterações climáticas a entrarem-nos todos os dias pelas nossas vidas adentro - já não se tratam apenas de previsões, ou estudos, mas da realidade indesmentível, de secas, cheias, tufões, subidas do nível do mar, temperaturas e fenómenos metereológicos anómalos - é mais do que indispensável actuar; é necessário mudar de paradigma! Porque esta é absolutamente uma questão de sobrevivência do Planeta!
Olho em volta e vejo como, uma "classe" que tanto contribui para o desenvolvimento humano - de artistas, criadores, escritores, investigadores, professores, actores, pensadores (e tantos outros que criam cultura) - está sendo cada vez mais arredada de um dos direitos humanos mais elementares: o direito ao trabalho em condições dignas e respeitadoras da sua inteireza enquanto Ser.
Recorro ao estudo de Richard Florida, só para citar alguns dados, referindo que Portugal foi considerado o país mais atrasado nesse campo (o do crescimento da 'Classe Criativa' na Europa). Mas mais do que isso, é também interessante mencionar que o país mais bem colocado é a Suécia, na maioria dos índices estudados - tolerância, criatividade e crescimento económico - colocando-se mesmo, este país, á frente do EUA (o que não é nada de admirar...).
Isto faz-me pensar, que, ou valorizamos pouco o capital criativo e toda a riqueza gerada por este sector, ou estamos cegos e não queremos ver, ou simplesmente estamos alheados de toda esta realidade, e não aprendemos nada, com os nossos parceiros suecos.
Não consigo calar a minha indignação perante o sofrimento que vejo (e sinto) todos os dias à minha volta. Sinto que somos muitos milhões de seres, com capacidade, talento, criatividade, inteligência, arte e engenho, que podemos contribuir para o desenvolvimento deste País, e desta Comunidade Europeia, e estamos sendo arredados da possibilidade de o fazer. Aqueles que de nós, já o fizeram durante mais de uma década, ajudando e contribuindo para a prosperidade de marcas, produtos, serviços, empresas, que demos muito à economia do nosso país, acabámos por ser 'expurgados', de uma ou de outra forma, muitas das vezes, simplesmente, por discordamos do modelo vigente (o mesmo que está agora mesmo mostrando as suas consequências, através da destruição ambiental do planeta!). Marginalizados pelo sistema, somos empurrados para a margem da sociedade. Já somos demasiado velhos (com 38 anos!!!) para continuar a servir os interesses económicos (selvagens) que dominam toda a economia e somos ainda demasiado novos para nos reformarmos. Aliás não conheço ninguém que o queira! Queremos poder trabalhar e continuar contribuindo para o desenvolvimento (sustentável) do nosso país! Queremos poder colocar o nosso talento ao serviço do bem-comum, da justiça económica, social e ambiental! Queremos e merecemos ser respeitados pelo valor que produzimos, pelo capital que ajudamos a criar. Queremos uma distribuição justa e equitativa dos dividendos do nosso trabalho criativo, e queremos que esse valor seja repartido por todos aqueles que estão sofrendo com a fome e as condições sociais desumanas! Queremos poder contribuir para um planeta mais sustentável, para uma Europa criativa e criadora de bem-estar para todos.
É imoral que este país seja governado por engenheiros, gestores, economistas
(com todo o respeito por estes profissionais), especuladores financeiros, 'figuras públicas', burocratas (com menos consideração por estes últimos), que sugam a energia criadora de todo um povo, que lhes levam toda a sua energia, que lhes roubam a alma! Não é moral, por exemplo, que no nosso país, que uns que 'roubam' milhões de euros (uns 12, outros mais, alguns menos), sejam não só perdoados como até abençoados; enquanto que por outro lado aqueles que contribuem para o desenvolvimento de um mundo mais aberto, mais tolerante, mais criativo, mais próspero para todos, são tratados muitas vezes como criminosos, porque deixaram de conseguir cumprir com as suas obrigações mais elementares, para com a casa, a educação, a alimentação, (já não nem falo da exclusão cultural!), às vezes com perseguições 'caricatas' por dívidas de (uns míseros) 400 euros ao banco!
É imoral que a "classe" criativa (assim como de muitos e muitos milhões de concidadãos de outras 'classes' desfavorecidas) estejam a ser empurrados para o 'esgoto', enquanto os multimilionários, ajudados pelas classes dirigentes de políticos sem escrúpulos, exibem vergonhosamente a sua riqueza nos media que eles próprios financiam.
Perante esta realidade, pergunto: o que fazemos? Ficamos calados, deixamos de assumir com a nossa consciência uma posição clara? Ou tomamos posição e passamos á acção? Deixo a pergunta, para que possamos reflectir e agir juntos. Antes que nos levem de vez!
Porque a queda da classe criativa, é a queda de toda a cultura democrática, acessível a todos, partilhada por todos, e que contribui para, muito mais do que o crescimento económico: contribui para a liberdade, a diversidade e a riqueza espiritual de um povo.

Voltarei ao tema, porque o tema, é a minha própria vida, e convoco todos os criadores, a tomarem posição, a não calarem o que sentem, porque um dia, pode ser tarde de mais, e quando dermos conta, seremos mais do que uma "classe" em queda, seremos prisioneiros de um qualquer regime "saudosista" que regresse das brumas do nevoeiro em que vivemos todos os dias...


*A queda da 'Classe Criativa'. Titulo inspirado em "The raise of the Creative Class" (a ascensão da 'Classe Criativa')

Publicado em simultâneo no blog: http://semearcriatividade.blogspot.com

sexta-feira, novembro 09, 2007

Novas fotos no cantinho-verde

Prometo, em breve, postar algo mais filosófico, sobre o sentido em que as nossas vidas podem melhorar para reconhecermos verdades maiores e vivermos uma vida mais natural, harmonia e cheia de amor e coração

Para já, e antes de postar, alguns pensamentos mais espirituosos e outros mais ecológicos, deixo-vos as novas fotos que podem ver no meu blogue sobre o cultivo que tenho feito de vegetais e ervas medicinais na minha varanda em Braga.


Alfaces e alhos, um dos cerca de cinquenta vasos que cultivo
Qualquer dica que precisem, é só perguntar

quarta-feira, outubro 17, 2007

Yoga com Todos - dia 21 de Outubro em Coimbra



Olá amigos,

Aqui estamos uma vez mais para um novo encontro do Yoga com Todos.

Desta vez aceitamos o convite do amigo Rui para praticar no bonito Parque Verde, bem junto ao rio Mondego, em Coimbra.

Estão todos convidados a participar. Como de costume, a experiência ou não nesta prática, não é motivo para não participar. Venha passar um domingo diferente e traga as crianças e amigos também.

O encontro é às 10h00 no Parque Verde. Evite os atrasos...

Não se esqueça de trazer um tapete de prática ,ou manta, e boa disposição para partilhar.

Se for do Porto e tiver boleia para oferecer, escreva por favor para o e-mail:




Até lá,

Abraço amigo
Lécio

sexta-feira, setembro 28, 2007

Birmânia


choro ...
sei que tudo muda, mas parece difícil acreditar na mudança mundial à vista disto

choro e espero que as minhas lágrimas se unam ao sofrimento de todos os que sofrem
... que se fundam num caudal de compaixão capaz de derrubar os obstáculos e véus de ignorância

quinta-feira, setembro 20, 2007

ignorância


Imagina que vais por um passeio cheio de sacos de compras e alguém esbarra contigo, de forma que cais e as compras ficam espalhadas pelo chão. Quando te levantas, estás pronto a disparar: "Que imbecil! Que se passa consigo? Está cego?" Mas antes de recuperar o fôlego para respirar, notas que a pessoa que esbarrou contigo é realmente cega. Também está caída no chão com toda mercearia à volta e a tua raiva desvanece-se num instante, para ser substituída por uma preocupação genuína: “Está magoado? Posso ajudar?”
A nossa situação é exactamente esta. Quando vemos claramente que a fonte de desarmonia e infelicidade no mundo é a ignorância, podemos abrir a porta da sabedoria e da compaixão.
E aí estamos prontos a curar-nos e a curar os outros.
B. Alan Wallace

quarta-feira, setembro 12, 2007

Dalai Lama


Sua Santidade o Dalai Lama está em Portugal.

O mundo espiritual e natural

meus caros amigos,

descobri e experienciei uma das coisas mais simples do mundoaquilo que todos chamamos de amor universal, luz ou simplesmente o amor que nos rodeia a todos e a tudo

experimentem o seguinte. numa altura em que estiverem mesmo calmos, como eu estive hoje às sete da manhã, e saem de casa, para uma zona calma e com alguma natureza, nem que seja umas árvores e baldios ou jardins
caminhem e sintam esse mundo. sintam a paz e a harmonia que ele irradia. o amor que circula por ele. e depois sintam o mundo citadino a despertar, com as suas preocupações mas também com os seus resquícios de amor e paz.
sintam que o significado de muito do que se disse a nível espiritual é tão simples quanto isto: é ser no nosso mundo, o que já existe há milhões de anos no mundo ambiental e natural.
isso sim, é profundamente espiritual e poderá fazer fluir o amor de todos nós para todos
nós, de uns para os outros

tenham um bom dia *

terça-feira, setembro 11, 2007

O encontro do Yoga com Todos



Olá a todos

Aqui está o encontro do Yoga com Todos, realizado no Palácio de Cristal.

Abraço amigo
Lécio

quinta-feira, setembro 06, 2007

RETIRO BUDISTA


A quem quisesse conhecer Buda foi uma vez dito que compreendesse os ensinamentos. Este retiro propõe que esse conhecimento seja travado através da prática, no contacto com a natureza. O programa inclui meditação, palestras, yoga e tempo para passear.
Orientação: Sagarapriya é praticante do budismo há dezassete anos.
Onde: Jampaias, uma herdade no BaixoAlentejo http://www.jampaias.com/
Inscrições:Sagara yogaemeditacao@fastmail.fm