O que é o Consciência Social?

É um blogue que convida todos à aberta discussão de temas relevantes para o desenvolvimento pessoal e de maior consciência social. Encontre temas ligados ao ambiente, práticas ecológicas, soluções de sustentabilidade, espiritualidade, iniciativas sociais e muitas novas ideias! Comenta! Partilha!

quinta-feira, novembro 09, 2006

que casa quer casa na floresta (e quem não casa também..)


segunda-feira, novembro 06, 2006

Projectos agricultura biológica e ambiente

Quem estiver interessado veja a nova entrada do cantinho verde sobre as minhas experiências a visitar projectos de agricultura biológica, selvagem ou ligados ao ambiente.

Em http://cantinhoverde.blogspot.com/

Living off grid

Quando tencionámos viver com práticas sustentáveis, longe das confusões e perto da natureza, independentes a nível de energia, água e recursos... a Terra agradece

http://www.off-grid.net/ uma série de artigos e histórias
http://offgrid.homestead.com/ exemplos de vida na natureza
http://www.solarhaven.org/ um exemplo prático...
http://www.solarhaven.org/AchievingSelfSufficiency.htm dar os primeiros passos...
http://www.simpleliving.net/main/ para viver uma vida simples...
http://www.simpleliving.net/content/custom_garden_of_simplicity.asp voluntary simplicity I
http://www.simpleliving.net/content/custom_voluntary_simplicity_part_1.asp voluntary simplicity II

" Simplicity of living is not a new idea. It has deep roots in history and finds expression in all of the world's wisdom traditions. More than two thousand years ago, in the same historical period that Christians were saying "Give me neither poverty nor wealth," the Taoists were asserting "He who knows he has enough is rich" (Lao Tzu), Plato and Aristotle were proclaiming the importance of the "golden mean" of a path through life with neither excess nor deficit, and the Buddhists were encouraging a "middle way" between poverty and mindless accumulation. Clearly, the simple life is not a new social invention. What is new are the radically changing ecological, social, and psycho-spiritual circumstances of the modern world. (...)

The push toward simpler ways of living was clearly described in 1992 when over 1,600 of the world's senior scientists, including a majority of the living Nobel laureates in the sciences, signed an unprecedented "Warning to Humanity." In this historic statement, they declared that, "human beings and the natural world are on a collision course . . . that may so alter the living world that it will be unable to sustain life in the manner that we know." They concluded that: "A great change in our stewardship of the earth and the life on it is required, if vast human misery is to be avoided and our global home on this planet is not to be irretrievably mutilated." "


Vida simples

Vejam também o seguinte post da Hortelã verde:

http://hortela-verde.blogspot.com/2006/11/vida-simples.html

Blackout europeu

A minha intuição diz-me que a Europa esconde algo porque surgiram estes blackouts desde a Aústria e Alemanha, França e Itália, Holanda e até Portugal, Espanha e Marrocos.
Então a nossa electricidade náo provém da EDP?
Como é possível que seja afectado por algo da Alemanha?
E como é possível mais ainda estender-se o blackout até Marrocos??

Parece-me a situação que aconteceu em 2004 em várias zonas da Europa e nos EUA num período de dois meses, lembram-se?
Surgiu e algumas explicações foram inclusivamente falsas.

Tenho três teorias. Uma é que há algo de origem magnética ou eléctrica que causa estes blackouts em vastas regiões do mundo. A outra é que são simplesmentes testes dos europeus face a um possível blackout que pode surgir por vários motivos. A terceira é que alguém decidiu deliberadamente provocar isso.

Em qualquer dos casos é bem melhor começar a pensar em investir na energia solar e à escala familiar. Só assim estámos mais ou menos garantidos.

Este foi também como se vê (porque ainda não falta toda a luz) um blackout de honestidade.

e a nicarágua aqui tão perto

Estimados/as amigos/as,

Como ya habréis escuchado en los medios de comunicación, la salud de las mujeres en Nicaragua corre grave peligro, ya que la Asamblea Nacional de dicho país centroamericano ha aprobado una medida que prohíbe el aborto en cualquiera de los supuestos, incluyendo violación y riesgo para la salud física de la mujer embarazada.
En plena campaña electoral, con el pensamiento puesto en cazar votos para los comicios presidenciales del próximo 5 de noviembre, 28 diputados de izquierdas del FSLN, seis de la Alianza Liberal Nicaragüense (ALN) y 18 del Partido Liberal Constitucionalista (PLC) han votado la derogación de un artículo del Código Penal que había estado vigente por más de 100 años en Nicaragua y que permitía el aborto terapéutico o la interrupción del embarazo por indicación médica hasta la semana 20 de gestación.
Ante la petición de apoyo por parte de la sociedad civil nicaragüense y en colaboración con otras redes y organizaciones internacionales, estamos promoviendo el envío de una carta conjunta dirigida al actual presidente nicaragüense, Enrique Bolaños, solicitándole que ejerza su derecho a veto ante esta medida y que promueva un estudio profundo de las consecuencias que la misma puede implicar para la salud de las mujeres nicaragüenses antes de aprobar ninguna decisión final al respecto.
Organizaciones de Nicaragua como la Coordinadora Nicaragüense de ONG que trabajan con la Niñez y la Adolescencia (Codeni), la Procuraduría Especial de la Niñez, la Sociedad Nicaragüense de Ginecología y Obstetricia (Sonigob), el Consejo Nacional de Salud, y otras sociedades médicas, organismos de la sociedad civil y movimientos de mujeres ya están movilizándose contra una medida que consideran será nefasta para la salud de las mujeres. Asimismo han mostrado su preocupación ante esta medida, organismos multilaterales como la Comisión Europea, PMA, UNICEF, DFID, OPS-OMS, FAO y UNFPA, y Paul Hunt, relator especial de la Comisión de Derechos Humanos de la ONU y los representantes de las embajadas de Italia, Islandia, Francia, Suecia, Canadá, Países Bajos, Dinamarca y Noruega.
Esperamos contar con vuestra adhesión. Si es así por favor hacednosla llegar a la mayor brevedad posible con el nombre de la representante de la organizacion. Considerando que las elecciones generales son el próximo domingo es vital que la podamos mandar cuanto antes por e-mail.
Un abrazo,
Marta O'Kelly
Coordinadora


espreitar aqui

bancos

parece-me que o objectivo é mesmo a divulgação, por isso aqui vai a transcrição de uma carta de que tive conhecimento a partir de uma mailing list. cof cof abram alas ao sr vítor pinheiro:

CARTA ABERTA AO BES

Exmos. Senhores Administradores do BES
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. Rua, ou pela existênciado posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria desta forma: todos os meses os senhores e todos os usuários,pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria,farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriqueceros proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço dealta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer produto adquirido (um pão, um remédio, uns litros de combustível, etc.) o usuário pagaria ospreços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preçode mercado.
Que tal?Pois, ontem saí do meu BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade. A minha certeza deriva deum raciocínio simples.Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. Opadeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como, todo e qualquer outro serviço. Alémdisso, impõe-me taxas. Uma "taxa de acesso ao pão", outra "taxa por guardarpão quente" e ainda uma "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.
Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o queocorreu comigo no meu Banco.Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobraram-me preços de mercado. Assim como o padeiro cobra-me o preçode mercado pelo pão.
Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazemcobrando-me apenas pelo produto que adquiri. Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobraram-me uma "taxa deabertura de crédito" - equivalente àquela hipotética "taxa de acesso aopão", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar. Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigadoa abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, ossenhores cobraram-me uma "taxa de abertura de conta".
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta,essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura dapadaria", pois, só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como"Papagaios". Para gerir o "papagaio", alguns gerentes sem escrúpulos cobravam"por fora", o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos.
Agora ao contrário de "por fora" temos muitos "por dentro".Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhorescobraram-me uma taxa de 1 EUR. Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR "para a manutenção daconta" - semelhante àquela "taxa pela existência da padaria na esquina darua".A surpresa não acabou: descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se euutilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhanteàquela "taxa por guardar o pão quente".
Mas, os senhores são insaciáveis. A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde souinformado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nasinstalações do v/. Banco.
Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei umfinanciamento ou se vendi a alma?Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário émuito diferente de uma padaria. Que a v/. responsabilidade é muito grande, queexistem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e nada poderemfazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto por lei,regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal.Sei disso.Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, quenão conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito maiselevados.
Sei que são legais.Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vai acabar e cá estaremosdepois para cobrar da mesma forma.

Vitor Pinheiro

sexta-feira, novembro 03, 2006

quinta-feira, outubro 26, 2006

O próximo Yoga com todos já está a chegar



Olá a todos!

Esperamos que estejam todos bem e com muita vontade de partilhar...

Como sabem, aproxima-se a data do nosso próximo encontro do Yoga com todos, que vai ser no domingo de 12 Novembro.

Tudo indica que vamos desfrutar de uns bons momentos no Parque da Lavandeira em Oliveira do Douro, Vila nova de Gaia.

Fiquem atentos às próximas e breves novidades...

Até breve
Lécio

http://yogacomtodos.blogspot.com

quarta-feira, outubro 25, 2006

terça-feira, outubro 24, 2006



O Amor

E alguém disse:
Fala-nos do Amor:

- Quando o amor vos fizer sinal, segui-o;
ainda que os seus caminhos sejam duros e difíceis.
E quando as suas asas vos envolverem, entregai-vos;
ainda que a espada escondida na sua plumagem
vos possa ferir.

E quando vos falar, acreditai nele;
apesar de a sua voz
poder quebrar os vossos sonhos
como o vento norte ao sacudir os jardins.

Porque assim como o vosso amor
vos engrandece, também deve crucificar-vos
E assim como se eleva à vossa altura
e acaricia os ramos mais frágeis
que tremem ao sol,
também penetrará até às raízes
sacudindo o seu apego à terra.

Como braçadas de trigo vos leva.
Malha-vos até ficardes nus.
Passa-vos pelo crivo
para vos livrar do joio.
Mói-vos até à brancura.
Amassa-vos até ficardes maleáveis.

Então entrega-vos ao seu fogo,
para poderdes ser
o pão sagrado no festim de Deus.

Tudo isto vos fará o amor,
para poderdes conhecer os segredos
do vosso coração,
e por este conhecimento vos tornardes
o coração da Vida.

Mas, se no vosso medo,
buscais apenas a paz do amor,
o prazer do amor,
então mais vale cobrir a nudez
e sair do campo do amor,
a caminho do mundo sem estações,
onde podereis rir,
mas nunca todos os vossos risos,
e chorar,
mas nunca todas as vossas lágrimas.

O amor só dá de si mesmo,
e só recebe de si mesmo.

O amor não possui
nem quer ser possuído.

Porque o amor basta ao amor.

E não penseis
que podeis guiar o curso do amor;
porque o amor, se vos escolher,
marcará ele o vosso curso.

O amor não tem outro desejo
senão consumar-se.

Mas se amarem e tiverem desejos,
deverão se estes:
Fundir-se e ser um regato corrente
a cantar a sua melodia à noite.

Conhecer a dor da excessiva ternura.
Ser ferido pela própria inteligência do amor,
e sangrar de bom grado e alegremente.

Acordar de manhã com o coração cheio
e agradecer outro dia de amor.

Descansar ao meio dia
e meditar no êxtase do amor.

Voltar a casa ao crepúsculo
e adormecer tendo no coração
uma prece pelo bem amado,
e na boca, um canto de louvor.

Khalil Gibran

segunda-feira, outubro 23, 2006

A Survey / Uma Pesquisa

I am very interesting in asking you one question:

How do you see the world today? And the future? Do you think a new era in the world/humanity is going to start soon? If so, how do you think it will be, how do you see it?

I am very interested in your feedback. I put it simply as to give you the
maximum freedom in your answer. You might have your own idea what "era" is,
or "new" is or even "world" is! So, go on, comment!

/

Neste momento estou interessado numa questão:

Como ves o mundo de hoje? E o futuro? Achas que uma nova era no mundo/humanidade vai começar em breve? Se sim, como pensas que será, como a vês?

Estou muito interessado na vossa opinião. Tentei pôr em palavras simples para
vos dar a maior liberdade possível na resposta. Vocês podem ter a vossa
própria ideia de "era" ou "nova" ou mesmo de "mundo"! Vá lá, comentem!

A tua Pégada Ecológica - Teste



Como termo de comparação, em Portugal a pégada é 4.5 hectares por pessoa. Mundialmente existem apenas 1.8 hectares biologicamente disponíveis por pessoa. Se todos tivessem o meu estilo de vida seriam precisas 1.3 planetas Terra.

Façam o teste também! http://www.myfootprint.org/

quinta-feira, outubro 19, 2006

Breathtaking



Saturno com o sol por detrás, visto pela sonda Cassini

One World, One Dream: Free Tibet

Saúde...

Um site muito bom sobre saúde, alimentação, entre outras coisas que aconselho vivamente.
Imensos conselhos para uma dieta mais equilibrada e saudável.

http://users.mrbean.net.au/%7Ewlast/contents.html
http://users.mrbean.net.au/%7Ewlast/HF1-5.html

Vejam também as partes sobre sexualidade, emoções e muitas outras coisas sobre o corpo, problemas e a mente.

Manual de instruções

quarta-feira, outubro 18, 2006

AMOR-TE

Porque há amor e porque há morte: http://exposicaoamor-te.blogspot.com/

União Ibérica

In Público http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1273741&idCanal=90

Já o célebre filósofo português Agostinho da Silva dizia que tal união seria o melhor para ambos os países, mas teria que ser uma união dando o espaço de soberania quer a Portugal, quer às diversas regiões espanholas como a Andalúzia, Catalunha, Galiza ou País Basco.

Não creio que as tabuletas devessem ser traduzidas. E quanto à capital, deveria haver duas "capitais": Lisboa e Madrid mas o poder seria desta vez muito mais repartido por várias regióes soberanas com a sua própria cultura e espaço de liberdade.
E tentaria então promover uma boa gestão das culturas ibéricas, de recursos e de povos e línguas.
Quanto ao nome faria sentido Ibéria e não Espanha ou Portugal como é óbvio.

Provavelmente por este caminho, unidos por um espírito cultural e do povo (e não tanto económico ou político) seria também aplicado à Europa, ou a algumas zonas conflituosas do Médio Oriente, como a utopia mais desejável. Algo semelhante aos Estados Unidos.