O que é o Consciência Social?

É um blogue que convida todos à aberta discussão de temas relevantes para o desenvolvimento pessoal e de maior consciência social. Encontre temas ligados ao ambiente, práticas ecológicas, soluções de sustentabilidade, espiritualidade, iniciativas sociais e muitas novas ideias! Comenta! Partilha!

sexta-feira, setembro 30, 2005

Suicidio II

"Na adolescência odiava a vida e estava continuamente à beira do suícidio, o qual não cometi apenas porque desejava aprender mais. Agora, pelo contrário, amo a vida (...) muito se deve ao facto de ter diminuido a minha preocupação comigo próprio. Aprendi a ser indiferente a mim mesmo e às minhas deficiências e problemas, e passe a centrar a minha atenção cada vez em objectos e aspectos exteriores a mim."

(...) Três paixões, simples mas irresistivelmente poderosas, governam a minha vida: o desejo de amor, a busca do conhecimento e a insuportável pena pelo sofrimento da humanidade."

"I have lived in the pursuit of a vision, both personal and social. Personal: to care for what is noble, for what is beautiful, for what is gentle; to allow moments of insight to give wisdom at more mundane times. Social: to see in imagination the society that is to be created, where individuals grow freely, and where hate and greed and envy die because there is nothing to nourish them. These things I believe, and the world, for all its horrors, has left me unshaken."
"Reflections on My Eightieth Birthday"


Bertand Russel (1872-1970)


PS - Quiemra, Quimera... se algo vai mal na tua vida, se não te sentes bem contigo, então toma o passo final: abandona esta vida e este mundo... pega em ti e vai sozinha para Timor ou África fazer voluntariado, se não consegues resolver os teus problemas então dedica-te a resolver os problemas dos outros... encontrarás uma felicidade perfeita... foi o este o caminho que me afastou do suicidio quando tinha a tua idade: abandonar a minha vida miserável (e que eu não conseguia deixar de fazer com que fosse miserável, por mais que tentasse) e dedicar-me a fazer a vida dos outros um pouco menos miserável.

quinta-feira, setembro 29, 2005

Suicidio

Tive internada no hospital d terça pa quarta.. foi mt esranho...tens frio no no meio do confuso hospital ninguem t pode acudir...tudo mexe, menos tu k estas zonzo d drogas e enjoado...vomitas, sentes-t nal...spetam-t agulhas pa te tirar sangue e dar soro...poem-t um tudo do nariz ate ao stomago...sentes uma agonia...n t mexes c sono e dores e sentes-t fria e desconfortavel, sua parva, nem morrer sabes... so sabes gerar confusao em vez d t apagars d uma vez como kem apaga uma luz.

quarta-feira, setembro 28, 2005



Eclise do sol quase-total em Braga já no próximo dia 3 de Outubro
97% do sol serão cobertos num espectacular eclipse anular!
Início às 8.38, máximo às 9.54, fim às 11.17

http://sunearth.gsfc.nasa.gov/eclipse/SEmono/ASE2005/ASE2005.html

terça-feira, setembro 27, 2005

Nano Consciência Social Científica




(Em resposta ao repto, aqui segue um post, mas este, mais em jeito de post scriptum)

PS: Possíveis Sintomas…de choques ou falta deles!

As tendências da economia mundial, muito possivelmente, continuarão a evoluir para caminhos onde novos desafios (ultrapassar as rápidas mudanças tecnológicas e uma forte competição do mercado global) se colocarão aos países que procurem a sua auto-suficiência a nível social e consequente lugar no pódio no desenvolvimento (sustentável!) da sociedade. Tendências que determinam no seu conjunto, uma perspectiva de economias e de sociedades baseadas no conhecimento e preparadas para aprendizagem.
Orientações claras em politicas de desenvolvimento sustentável a médio longo/prazo deveriam ser consideradas bem como o incentivo à aprendizagem contínua e de consequente qualificação dos cidadãos, à autonomia e inovação tecnológica de serviços e produtos.
A esta evidência, diversos governos europeus estipularam tornar a Europa (União Europeia) na primeira economia mundial baseado no conhecimento para o ano de 2010 (Agenda de Lisboa, 2000). Com efeito, a meta europeia é investir pelo menos 3% do PIB em Investigação e Desenvolvimento (I&D) até ao período acordado (Conselho de Barcelona, 2002). Nesta intenção, a união europeia compromete-se e propõe promover a inovação e melhorar a investigação e a educação a nível europeu.
É consensual entre nós o impacto das descobertas científicas no nosso quotidiano, e do modo intrínseco como estas, afectam e se encontram enraizadas nos nossos hábitos e costumes. Desta forma a ciência e as novas tecnologias emergem (nas suas diversas vertentes) como o motor para alcançar os objectivos a 2010.
Praticamente a 4 anos de atingir o prazo proposto para atingir os objectivos da Agenda, é já consensual entre os subscritores, o fracasso da implementação dos mesmos até ao período estipulado.
Falta de politicas “cientificas” concretas ou mesmo a deficiente implementação de algumas (como é o caso do “choque tecnológico” que em Portugal se vive), gera o insucesso do protocolo. Insta agora, interrogar e perceber o que falhou.
Neste contexto grandes questões envolvendo a Ciência como actor principal, no contexto da “Europa Unida”, necessitam ser respondidas e esclarecidas. Ressurge agora algumas questões que não são novas mas que voltam a estar na actualidade, são elas as seguintes:
- Qual é o peso e o papel da ciência e das novas tecnologias nas economias modernas? Estarão os políticos e decisores de cada país, devidamente atentos para o papel da ciência numa sociedade desenvolvida? Terá a ciência ocupado o devido espaço na discussão pública? Será que a Ciência tem caminhado no sentido de resolução (sustentável) dos problemas emergentes das sociedades no futuro? Quem decide, ou quem deveria decidir, para onde deve caminhar a ciência? Terá a ciência básica ou fundamental passado para segundo plano em detrimento da ciência dita aplicada ou de carácter mais tecnológica (comercial!)? Será a Investigação Científica uma área atractiva de emprego no futuro? Quais os riscos e benefícios da Investigação Científica? Na identificada “faca de dois gumes” dos "produtos" da C&T, o gume dos benefícios supera ou superará, num futuro próximo, o gume dos riscos ou perigos dos produtos tecnológicos para a sociedade em geral?

Urge debater a ciência nos seus diversos aspectos. Portugal a Europa e o resto do mundo estão a espera dos resultados. Questionar, debater e actuar. Não percamos de vista o caminho para uma sociedade moderna, dinâmica, desenvolvida e efectivamente sustentável.

sexta-feira, setembro 23, 2005

A dor (a origem)

Outro dia soube
A causa do dor
Porque é que ela tantas vezes nos surge

É um problema intímo
Comum a toda raça humana
Lá das nossas mais profundas pouco exploradas profundezas

A dor surge de ...
Quando penso e olho à volta
Quando sinto a tua falta e olho à volta não encontrando
A dor está aí e toda a gente o sabe

Porque quando te encontro sei
Que a dor se desvanece como poeira
E a alma brilha como pó mágico

Todos já sofremos tanto
Podemos atirar-mo-nos a essa metamorfose
Quando num instante a vida perde todo realismo
Parece que vivemos um sonho ...

A dor surge de dentro!
Do nosso desejo para reviver a mais pura essência
Que a sociedade nos ensina a negar

É no seio do amor que ela navega
No oceano das emoções
E só aí ela encontra a sua linguagem e solução

No horizonte dos sonhos
Podemos ser quem tu quiseres
É tão simples. A solução está aqui mesmo...

quinta-feira, setembro 22, 2005

Sobre o Sr. Paulo Morais

Excelente post aqui deixado sobre o Paulo Morais. Acompanhei o caso, até porque diz respeito à minha cidade e há alguns aspectos que interessa esclarecer.

Não sei se alguém se lembra, mas quando o Rui Rio apresentou as suas listas para as Autárquicas de 2005 a ausência de Paulo Morais (considerado o seu braço direito e nº 2) foi imediatamente notada pela Imprensa. Rui Rio referiu que a ausência do colaborador devia-se a razões exclusivas e pessoais deste último, o que foi desmentido na entrevista à revista Visão pelo próprio Paulo Morais que confessou estar disponível para participar nas listas.

Acredito na versão de que, tendo sido um dos poucos homens de poder a combater a corrupção nas autarquias promovida por essa corja denominada "empreiteiros" e "construtores civis", Paulo Morais foi afastado para não atrapalhar mais os lobbies instalados na Câmara Municipal do Porto.

Mas existe ainda uma outra versão em que concedendo benesses a alguns grupos e recusando ceder a outros, ao ver-se afastado por qualquer motivo das listas de Rui Rio, Paulo Morais tenha tentado uma jogada teatral à guisa de vendeta contra o Presidente da Câmara. Parece-me inviável, mas é uma possibilidade.

Por muitos outros motivos Rui Rio não merece ser reeleito, foi um mau gestor e senhor duma prepotência inaceitável: o modo como foi feita a demolição e realojamento dos moradores do Bairro São João de Deus à rebelia de todos os conselhos da Assistência Social e usando leis de 1940; a questão absurda do Túnel da Avenida de Ceuta; a escolha do trajecto do Metro; o não abrir das portas da Câmara para os festejos da vitória da Liga dos Campeões duma equipa da cidade, etc).

Infelizmente as alternativas para a CM do Porto não são melhores. Do PS pouco mais se pode esperar que as negociatas obscuras entre Nuno Cardoso e o FCPorto (semelhantes às negociatas obscuras entre Rui Rio - Boavisteiro confesso - e o Boavista FC), Rui Sá (candidato da CDU), apesar do seu valor pessoal, foi pouco mais que um pau mandado de Rui Rio, e João Teixeira Lopes (do BE) não tem as qualidades de moderação, racionalismo e tacto político a que o Bloco de Esquerda nos tem habituado através de pessoas como Louçã, Ana Drago ou Miguel Portas... quando ao CDS-PP já nem falo porque não me merece muita consideração política.

Quanto a Paulo Morais vamos acreditar que foi um dos poucos politicos locais que assumiu o seu cargo político com o verdadeiro objectivo de fazer serviço público, tornando-se um cruzado por pressão dos seus inimigos (e de todos nós) os vereadores corruptos e os empreiteiros despudorados. Que sirva de exemplo a uma certa Esquerda que tende a diabolizar toda a Direita sem olhar as especificidades de cada caso.

No entanto, penso que foi o próprio Paulo Morais que quando confrontado com as queixas da Associação dos Moradores do Bairro São João de Deus sobre o não realojamento de certas famílias com base em meras "suspeitas" de tráfico de droga (acto justificado com base numa lei do Estado Novo) disse e passo a citar "vão fazer queixa à cova do Salazar em Santa Comba Dão!".

Um artigo interessante

Numa das minhas divagações pela Wikipedia descobri este artigo deveras interessante (e preocupante) sobre algo chamado Singularidade Tecnológica. Paulo, isto interessa especialmente a ti.

Dois livros absolutamente essenciais.



Recomendo a todos os participantes e leitores deste bolg a leitura destes dois livros.

Ficarão surpreendidos com certas e determinadas "verdades" que estão mesmo à nossa frente e ainda assim não as conseguimos distinguir.

Ishmael - Daniel Quinn (editado recentemente em português pela Via Óptima Este livro foi galardoado com o maior prémio alguma vez atribuido a uma obra literária de ficção - O Turner Tomorrow Fellowship Award ($500.000).


Armas, Germes e Aço - Jared Diamond(editado pela Relógia d'Água em 2003). Este livro foi o vencedor do Prémio Pulitzer em 1998 e do Aventis Prize para o melhor livro de divulgação cientifica.
Quem quiser este último posso enviá-lo por mail em versão pdf (não perguntem como o obtive porque não foi por meios legais, obviamente) em inglês.

Boas leituras, se tiverem coragem.

quarta-feira, setembro 21, 2005

Nao e o coraçao k sente! E o cerebro!

Angustia e Paixao fazem sentir estranhos arrepios do peito, sensações d vazio, dores agudas, sensações d vertigem...mas n é o coração o culpado... é o cérebro. Pensamentos, racionalizações, sonhos impossiveis ou kebrados k s pensa n serem possiveis, ou força k falha kando keremos satisfazer um desejo....O cérebro dita e as sensações sentem-se no coraçao por mera ilusão. A ansieadade dá-nos apertos no peito... pk? pk senti-nos no coraçao se ele não está tão intressado nas nossas emoçoes como o cérebro? Alguém me sabe dizer?

Remar contra maré

Quem quer ser feliz tem de remar contra a maré sem esperar os aplausos dos demais! A felicidade não é por isso um prémio mas sim uma escolha, porque felizes os que sonham ainda que não consigam alcançar o climax do sentimento. Às vezes precisamos de abandonar o passado para começarmos a sonhar, mesmo que por vezes saibamos que não possuímos asas para o tão desejado voo

terça-feira, setembro 20, 2005



Que é de nós quando nos mudamos para um outro sítio?
Como se constrói e desconstrói a nossa vida e personalidade quando vamos viver a outro país ou viajámos.
Como foram as viagens boas para nós?
Como nos pode separar tanto eu seus limites espacio-temporais as viagens das nossas profundas raízes...

segunda-feira, setembro 19, 2005

Ganda Paulo Morais!

Queria aqui expressar o meu apreço por Paulo Morais, o único político que "conheci" até hoje (entre aspas porque a gente só conhece os políticos pelos media...) e em quem confiei. Este homem mostrou, para mim, e pelo pouco que vi, uma coragem e integridade fora do comum, ainda mais no vulgo político português.

Sinopse: ele foi, durante os últimos 4 anos, parte da Câmara do Porto, Vice-Presidente e Vereador do pelouro do Urbanismo e também da Habitação Social. Denunciou as pressões e corrupção e a intimidade clandestina que existe entre o poder político e o sector imobiliário (ver entrevista da visão no link em baixo). E ele sabe-o porque o viveu na pele e presenciou. Bom, disse o que já toda a gente desconfiava, pelo que se vê por esse país fora. Infelizmente eram precisos uns quantos Paulos Morais... Mas temos um e já é bom. Não sei se viram o Prós e Contras da última 2a feira. Foi exactamente sobre o problema das autarquias e ele esteve lá. Eu nunca vejo televisão mas depois de ouvir este homem falar, bastou um minuto para ficar colado. Até que enfim que alguém fala direito e de coisas importantes e que possam fazer a diferença!

Realmente entendi uma coisa: todos os políticos não falam para o povo, não falam para o resto de nós...parece que têm uma linguagem própria. E, na luz do que disse o Paulo Morais e que todos desconfiamos, realmente falam uma linguagem e têm uma cultura que foi bem administrada nos anos de carreira política que fazem, e as suas conversas baseiam-se em jogos de poder e influência e pouco ou nada têm a ver com democracia ou o bem do povo que governam, etc. Pois aqui está um político que, para mim, fez a perfeita ponte entre o poder político e as populações, ponte que deveria estar sempre lá. Gostei de todo o discurso dele, da preocupação pelo estado da nossa democracia e pela necessidade de ir ao "fundo da questão" e começar a resolver os problemas. Um homem que me parece realmente pragmático e que parece estar à disposição!

Links:

Aqui está a entrevista da Visão que começou toda a polémica (a meu ver por ser antes das autarquicas porque noutra altura ninguém ligaria tanto, como foi o caso, penso):
http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=327639

Mais um link da Visão com outra notícia relacionada e comentários:
http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=327561

Em termos do que fez - ou tentou - em habitação social pode ler-se notícias aqui e aqui.

Saravá!

segunda-feira, setembro 12, 2005

Quando nos sentimos perdidos...

Que fazemos quando nos surgem dúvidas acerca do futuro?
Quando a própria mente nos é incapaz de soluccionar
E a intuição parece estar fraca
Quando sentimos poderosos sonhos e recalcados medos
Alegrias e tristezas confluentes...

Que fazemos?
Nessas alturas dormir é das melhores coisas para me acalmar a alma
Ou simplesmente um acto de amizade ou de amor.
Mas quando urge ir mais a fundo, que fazemos?
Que fazemos perante a nossa vida
Perante o mundo
Quando parecemos viver nos tempos apocalípticos
Em que tudo pode virar de pantanas já em breve
Que fazemos?
Que fazemos?

O melhor que fazemos já é suficiente

terça-feira, setembro 06, 2005

New Orleans

É triste ver o que aconteceu.
Como pode uma inteira e tão histórica cidade cair na ruína e caos.
Dou os meus votos àqueles gentes de reconstrução, se possível num local mais seguro, e que sejam positivos e que acabem todos os actos de violência e destruição.
Uma sociedade equilibrada não so vive bem na calma como também nos maus momentos.